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domingo, 20 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo rural.

Turismo rural é o conjunto de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade.

Com esta definição do Ministério do Turismo, em suas Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural no Brasil, podemos compreender como desenvolver negócios e destinos turísticos identificados com o segmento.

Quando fala em meio rural pressupõe a produção e o trabalho familiar, a paisagem, a biodiversidade, o modo de vida, a cultura comunitária e a identificação com os ciclos da natureza. Do comprometimento com a produção agropecuária envolve, mesmo que não seja desenvolvida em escala comercial, as práticas sociais e de trabalho, o ambiente, os costumes e tradições, aspectos arquitetônicos, artesanato, e o modo de vida considerados típicos da

Perfil do consumidor de turismo rural
Segundo estudos do Ministério do Turismo, embora não em dados estatísticos, mas com a contribuição de profissionais do segmento, o consumidor de turismo rural

é morador de grandes centros urbanos;
possui entre 25 e 50 anos;
é casado e viaja com filhos e/ou amigos;
possui ensino médio e/ou superior completo;
descolca-se em automóvel particular, em uma raio de até 150 km do núcleo emissor;
faz viagem de curta duração, em fins de semana e feriados;
organiza suas viagens independentemente;
tem na Internet e nos parentes e amigos sua principal fonte de informação para preparação da viagem;
aprecia a culinária típica;
valoriza produtos autênticos e artesanais;
compra produtos agroindustriais e/ou artesanais.


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sexta-feira, 18 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo cultural.

Patrimônios culturais materiais e imateriais são elementos fundamentais na atratividade do Brasil como destino turístico, sobretudo pela enorme variedade de tradições, manifestações e produções culturais, decorrentes da vastidão do território e dos diferentes povos que se instalaram em terras de, também, diferentes geografia e clima.

São esses patrimônios, sejam eles transformados em produtos turísticos ou não, expressivos geradores de fluxos turísticos para alguns dos mais importantes destinos turísticos brasileiros, como Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, para citar apenas alguns deles.

Conceituação

Para o Ministério do Turismo, o segmento cultural "compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura."

Neste amplo campo de atuação, o turismo cultural pode se especializar em diferentes sub-segmentos.

Turismo místico e esotérico - atividades turísticas decorrentes da busca de espiritualidade e do autoconhecimento em práticas, crenças, e rituais considerados alternativos.

Turismo étnico - envolvem a vivência de experiências autênticas e o contato direto com os modos de vida e a identidade de grupos étnicos.

Turismo cinematográfico - deslocamentos motivados para a visitação a locais ou atrações que tiveram aparição no cinema ou na TV. Os locais, na Nova Zelândia, onde foi filmada a série Senhor dos Anéis é um dos mais emblemáticos exemplos do segmento, tendo recebido milhões de turistas desde o lançamento dos filmes e a formatação de produtos turísticos.

Turismo arqueológico - tem como elementos motivadores os sítios arqueológicos e e o patrimônio arqueológico.

Turismo gastronômico - tem como elementos motivadores principais os festivais gastronômicos, além da oferta de bares e restaurantes, sobretudo com foco na gastronomia típica.

Enoturismo - deslocamentos motivados para o conhecimento do processo de produção de vinhos, realizando visitas a vinhedos e vinícolas, fazendo parte da experiência a degustação de vinhos e de seus derivados.

Turismo ferroviário - trens turísticos e culturais caracterizam-se pelo transporte não regular de passageiros, com o objetivo de agregar valor aos destinos turísticos, contribuindo para a preservação da memória ferroviária, configurando-se em atrativos culturais e produtos turísticos das cidades, auxiliando-se na diversificação da oferta.


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quinta-feira, 17 de março de 2011

Semana da Segmentação. Ecoturismo.

Difícil traduzir esse termo, na complexidade em que ele se apresenta de acordo com os diferentes contextos, mas se juntarmos favorável, amigo e benéfico do meio ambiente chegamos a um entendimento interessante.

E ter atividades, empreendimentos e comunidades environmentally friendlies é exatamente aquilo que tem buscado gestores públicos, empresas e profissionais do turismo de destinos identificados com o ecoturismo.

Continuando a semana da segmentação, vamos tratar hoje, portanto, deste que é um dos segmentos mais importantes para a geração de fluxos turísticos internacionais para o Brasil, pra a dinamização da cadeia produtiva do setor, e para o desenvolvimento responsável de destinos.

A definição das Diretrizes para uma Política Nacional de Ecoturismo, pioneiro documento no Brasil desenvolvido pelos ministério de Indústria Comércio e Tursimo e Ministério do Meio Ambiente, continua atual e é utilizada no planejamento das atividades do segmento ainda hoje.

"Ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações."

Serviços turísticos identificados com o segmento no Brasil

Transporte

Acesso: aos atrativos do segmento geralmente são por estradas pouco estruturadas, muitas vezes sem pavimentação e com capacidade para trânsito de poucos veículos;
Tipos: apesar de diversos, recomenda-se o uso de meios de transporte adaptados para as condições de acesso, seguros e que produzam impacto reduzido.

Hospedagem - Alguns destinos oferecem meios de hospedagem e alojamentos chamados “ecoturísticos”, inseridos em regiões distantes dos grandes centros urbanos, que podem se situar em áreas protegidas ou núcleos populacionais e comunidades adjacentes a elas. A maioria deles tem poucas acomodações. Atualmente é possível observar iniciativas de turismo de base comunitária e acomodações em casas das comunidades receptoras como uma alternativa de hospedagem. O planejamento de meios de hospedagem para o segmento deve incluir questões organizacionais, de planejamento do local, design das edificações, utilização de energia e infraestrutura dentro do conceito de tecnologias limpas, disposição de resíduos e acessibilidade.

Alimentação - Observa-se que, em geral, é oferecida em conjunto com os serviços de hospedagem, estando caracterizada pela simplicidade, pelo respeito e valorização à culinária e gastronomia locais e pela disponibilidade de alimentos característicos da região.

Condução – A condução exerce papel fundamental no segmento por auxiliar e promover a educação ambiental por meio da interpretação dos recursos. São algumas das principais funções dos guias e condutores em Ecoturismo: organizar, liderar o grupo, interpretar o meio ambiente, motivar o grupo, instruir e prover entretenimento. Nesse sentido é importante que se invista permanentemente em capacitação e aperfeiçoamento.

Receptivo – As agências de turismo locais são essenciais para promover a
relação entre a região turística visitada, o turista e o tipo de experiência por ele vivenciada.

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terça-feira, 15 de março de 2011

Semana da Segmentação. Sun, Sand and Sea.

Sund, Sand and Sea; 3Ss; Sol e Praia. O nome não importa. O que importa é que este é, provavelmente o único segmento turístico que consegue rivalizar em alguma medida com o segmento de negócios e eventos em termos da importância econômica para os prestadores de serviços turísticos.

Motivador de volumosos fluxos turísticos em todos os continentes e responsável pela criação de alguns dos mais badalados e importantes destinos turísticos do mundo, o segmento de sol e praia é, sem sombra de dúvidas, o mais importante para o Brasil, quando falamos em lazer, portanto à exceção de negócios e eventos.

Quando combinados os dois segmentos temos destinos e negócios ainda mais competitivos, como mostram as diárias médias e as ocupações de meios de hospedagem de Salvador, Rio de Janeiro e outros destinos do Nordeste.

Segmentação como estratégia para o desenvolvimento

O seguinte parágrafo extraído do caderno de orientações básicas para a segmentação em sol e praia explica bem qual o caminho a ser percorrido pelos destinos.

"O Ministério do Turismo reconhece essas tendências de consumo como oportunidades de valorizar a diversidade e as particularidades do Brasil. Por isso, propõe a segmentação como uma estratégia para estruturação e comercialização de destinos e roteiros turísticos brasileiros. Assim, para que a segmentação do turismo seja efetiva, é necessário conhecer profundamente as características do destino: a oferta (atrativos, infraestrutura, serviços e produtos turísticos) e a demanda (as especificidades dos grupos de turistas que já o visitam ou que virão a visitá-lo). Ou seja, quem entende melhor os desejos da demanda e promove a qualificação ou aperfeiçoamento de seus destinos e roteiros com base nesse perfil, terá mais facilidade de inserção, posicionamento ou reposicionamento no mercado."

Transponha este mesmo entendimento para o seu negócio apenas mudando a orientação de destino para pequeno meio de hospedagem. Portanto se você conhece os desejos da demanda do destino em que está localizado o seu PMH e promove a qualificação do seu negócio terá mais facilidade de ofertar um serviço adequado e posicionar-se no mercado como um competidor eficiente.

Perfil do tursita de sol e praia

Como você bem sabe, as atividades de um turista de sol e praia podem ir da simples "recreação de contato primário com a água (banho de mar, lago, rio; nado etc.) passando por atividades esportivas e recreacionais (banhos de sol, caminhadas, frescobol, vôlei de praia, futevôlei, futebol de areia) e atividades com equipamentos náuticos (passeios de barco, jet ski, banana boat, caiaque, lancha, esqui-aquático) até chegar a atividades mais atléticas e especializadas como o surf, o windsurf ou o kitesurf."

Por isso mesmo, é difícil estabelecer um perfil desta demanda, que inclue outras variáveis, como os serviços oferecidos, as características climáticas e geográficas do destino, as características da praia, entre outros.

Além do mais, “o Brasil não possui estudos específicos que apontem o perfil do turista de Sol e Praia, porém, as características físicas e a oferta de serviços de um destino podem vir a indicar o tipo de freqüentador do mesmo. Assim, praias de mar aberto, com ondas, muitas vezes são procuradas pelo público jovem e espor- tista, enquanto que aquelas de enseadas e baías terão famílias como público principal. Da mesma forma, praias de rios e reservatórios atraem diferentes turistas.”

De toda maneira, é possível ampliar em muito o conhecimento sobre o perfil dos seus reais e potenciais hóspedes com medidas simples, como o aprimoramento de seu banco de dados, suas pesquisas de satisfação e atividades de benchmarking.

"As pesquisas de demanda turística possuem papel primordial nesse proces-so, pois fornecem dados sobre as preferências e características do turista, assim como a análise dos produtos e as atividades ofertadas pelo mercado, do impacto econômico de seu desenvolvimento em âmbito local, regional e nacional."

E você mesmo pode desenvolvê-la, mesmo que somente no seu pequeno e notável meio de hospedagem ou em parceria com parcerios, centro de atendimento ao turista, secretaria de turismo do destino e do estado.

Tendências do turismo de Sol e Praia para o século XXI - segundo a Organização Mundial do Turismo OMT

Destinos de Sol e Praia distantes
- estima-se que nos próximos anos a busca por viagens à lugares de Sol e Praia distantes tenha um crescimento superior à média geral. Tais destinos estão aos poucos substituindo os destinos turísticos costeiros considerados tradicionais

Destino de Sol e Praia de “boutique”  - um tipo de Turismo de Sol e Praia em que os turistas buscam destinos com instalações sofisticadas, mas em lugares mais tranquilos e menos desenvolvidos, que preservam mais a sua identidade local. Tal segmento produz um volume menor de turistas, mas de alto nível social e econômico.

Viagem (ou férias) combinadas - viagem que devem combinar o componente Sol e Praia, mais uma visita turística de interesse especial, como turismo cultural ou ecoturismo.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo de Negócios e Eventos.

A partir da publicação da ultima sexta-feira, idealizamos  publicar nesta semana artigos referentes a importantes segmentos turísticos para os destinos brasileiros. Assim, na Semana da Segmentação no Blog dos Pequenos e Notáveis, trataremos dos segmentos de sol e praia, cultural, ecoturismo, de aventura, e de negócios e eventos.

As referências mais importante para esses artigos, como não poderia deixar de ser, serão os cadernos de segmentação publicados pelo Ministério do Turismo.

Comecemos então por aquele segmento que é importante para uma diversidade de destinos turísticos brasileiros, sejam eles capitais ou não, localizados no litoral, na serra ou na floresta, ou mesmo identificados mais fortemente com outros segmentos.

Estamos falando, obviamente, do turismo de negócios e eventos, para o qual o Ministério do Turismo considera que “compreende o conjunto de atividades turísticas decorrentes dos encontros de interesse profissional, associativo, institucional, de caráter comercial, promocional, técnico, científico e social.”

De acordo com a capacidade de oferta de atividades turísticas, da vocação do destino e da relação entre as características do evento e o destino em questão, empresários e gestores públicos procuram competir para sediar os eventos mais adequados à sua realidade.

Segundo o MTur, estes encontros podem ser de interesse profissional, associativo, institucional ou de caráter comercial, promocional, técnico, científico e social.

Encontros de interesse profissional, associativo, institucional

Referem-se a contatos e relacionamentos de trabalho, corporativos, ou de associações ou instituições, sob diferentes formas, como reuniões, visitas, missões e eventos de diferentes naturezas. Os eventos associativos estão ligados a áreas de interesse específicas, pertencendo a uma determinada entidade, seja ela uma associação, um conselho ou outra instituição qualquer. Os participantes deste tipo de evento podem escolher se desejam ou não estar presentes no evento. Já os corporativos estão relacionados a uma ou mais empresas, sendo mais fechados, não cabendo em sua maioria a captação e cujo poder de decisão, tanto da sua realização como da participação de pessoas, cabe – em geral – à alta gerência da organização.

Caráter comercial, promocional, técnico, científico e social

Está relacionado à natureza das relações: comerciais, quando associadas às transações de compra e venda de produtos e serviços; promocionais, quando apenas para divulgação institucional ou de apoio às estratégias de marketing; técnicas e científicas, ao abarcar especialidades, processos, habilidades, domínio de uma prática, arte ou ciência; e sociais, por envolver assuntos próprios da sociedade, comunidade ou agremiação, com vistas ao bem comum.

Ainda para o MTur estas atividades turísticas incluem “a oferta de serviços, equipamentos e produtos que viabilizam o deslocamento e a estada do turista e também na realização do negócio ou do evento como atrativo. Incluem as seguintes atividades: transportes; operação e agenciamento turístico; hospedagem; alimentação; organização e operação de eventos; espaços para eventos; recepção; recreação e entretenimento; atividades complementares”.

Portanto, é fundamental que a habilitação para sediar um determinado evento esteja alicerçada no estudo da capacidade de oferta de atividades turísticas de acordo com o número de participantes e potenciais acompanhamentos, assim como ao perfil do evento e da demanda.

De maneira geral, porém, é possível determinar a característica do perfil do turista de negócios e eventos. Ele possui escolaridade superior e poder aquisitivo elevado; é representante de organizações e empresas; exigência de praticidade, comodidades, atendimento e equipamentos de qualidade; realiza gastos elevados em relação a outros segmentos.

Uma das maneiras mais profissionais e adequadas que destinos dos mais diferentes cantos do mundo adotaram para organizar o trade e competir em pé de igualdade com outros destinos na captação e organização de eventos é por meio de um Convention and Visitors Bureau.

Estes, segundo definição da Federação Brasileira de Convention and Visitors Bureaux, são organizações sem fins lucrativos, dedicadas à promoção do destino turístico ao qual se referem como local ideal para realização de turismo de eventos, de negócios e de lazer, por meio de prestação de informações e facilitação ou intermediação de venda dos produtos e serviços turísticos existentes no mesmo.

Se no seu destino já existe um Convention and Visitors Bureaux, associe-se a ele. Caso contrário, e se o seu destino tem capacidade de captar e organizar eventos junte-se a outros empresários e monte um.

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Infraestrutura, equipamentos e serviços adequados à demanda.

Qual é o segmento turístico mais importante no destino em que está localizado seu PMH? E quais são os outros segmentos importantes ou periféricos? Uma considerável parte de seus hóspedes está identificada com estes segmentos mais importantes? E sua infraestrutura, equipamentos e serviços correspondem às necessidades e desejos dos hóspedes identificados com esses segmentos?

É muito importante que você saiba responder à essas perguntas. E as respostas que delas decorrem são o resultado do estudo das características dos fluxos turísticos identificados com cada segmento em comparação com as características do seu negócio.

Para te ajudar a compreender com maior propriedade os segmentos turísticos importantes no destino em que está localizado o seu pequeno e notável meio de hospedagem, e portanto compreender se a infraestrutura, os equipamentos e o serviços estão adequados à demanda identificada com estes segmentos, utilize os cadernos e manuais de segmentação desenvolvidos pelo Ministério do Turismo.

Mas o que significa essa adequação à demanda identificada com determinado segmento? Quando um empresário implantou uma rede wireless em seu pequeno meio de hospedagem; equipou as UHs com mesa, abajur e cadeira confortável; construiu uma sala de reunião e comprou flip chart ou data show; estava adequando suas infraestrutura, equipamentos e serviços aos hóspedes em viagens de negócios e eventos.

Um outro pequeno meio de hospedagem que estabeleceu parceria comercial com massoterapeuta; indica passeios ofertados por operadoras de receptivo local; está localizado em uma área de mata; tem decoração e infraestrutura rústicas feitas com materiais locais; tem uma loja de conveniência que vende repelente, capa de chuva, protetor solar e bonés; certamente recebe uma demanda identificada com segmentos de ecoturismo, aventura ou pesca.

Você com certeza desenhou e implantou infraestruturas, equipamentos e serviços pensando na adequação à demandas turísticas importantes para o seu destino, mas é importante observar outras necessidades que ainda não foram correspondidas. A partir destes documentos, você terá oportunidade de compreender as características do segmento, as principais atividades praticadas no ambiente do segmento, o perfil do turista identificado com este segmento, a cadeia produtiva (principais agentes do segmento e suas atribuições), entre outras informações importantes.

Existem manuais e cadernos sobre os seguintes segmentos: aventura, cinematográfico, cultural, ecoturismo, estudos e intercâmbio, náutico, negócios e eventos, rural, de saúde, e sol e praia.

Eles são muito bem escritos, em uma linguagem apropriada e trazem conhecimentos altamente aplicáveis no seu negócio. É interessante mesmo estudar segmentos que não são importantes para o seu segmento, porque podem surgir dali idéias criativas para outros segmentos.

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