quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Adiamento do Seminário em Fortaleza-CE

Senhoras e senhores,

em função de dificuldades de agenda para realizar o Seminário de Mobilização do Programa Pequenos & Notáveis em Fortaleza, iremos realizá-lo no dia 02/02/2011, primeira quarta-feira do mês.

Até lá, continuaremos nos comunicando pelo blog do programa, e-mail, Facebook e Twitter. Estes canais se mantêm a sua disposição e abertos a colaborações, críticas e sugestões. Se você já nos visitou no blog, percebeu que temos publicado, diariamente, notícias e artigos de interesse do setor de pequenos meios de hospedagem brasileiros.

Desculpe-nos por eventuais transtornos que decorram do adiamento do seminário

Agradecemos a atenção

Equipe de comunicação e conteúdo
Programa Pequenos e Notáveis

abihbrasil@gmail.com 
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Impactos econômicos da Copa 2014

Como dissemos ontem, estudos sobre os potenciais impactos da Copa do Mundo FIFA 2014 estão sendo feitos regularmente.

Vamos falar hoje sobre um destes, encomendado pelo Minstério do Esporte, que trata dos impactos econômicos da realização do evento no Brasil.

Utilizando metodologias consagradas internacionalmente para o cálculo dos impactos econômicos diretos e indiretos, o estudo apresenta dados positivos em questões como a infra-estrutura, a gereação de empregos, consumo, tributos e evidentemente o turismo. O quadro a seguir apresenta estes impactos e ainda um referencial de comparação.

SETORES
IMPACTO
EQUIVALENTE A
INFRA-ESTRUTURA
Estádios, aeroportos, mobilidade, outros
Civil: R$ 23 bilhões
Serviços: R$ 10 bilhões
~24 mil quilômetros de estrada
(~50% das rodovias federais)
TURISMO
600 mil turistas internacionais (R$ 3,9 Bi)
3.100 mil turistas nacionais (R$ 5,5 Bi)
~2/3 da população da cidade do Rio de Janeiro (2ª maior cidade do Brasil)
GERAÇÃO DE EMPREGOS
Empregos permanentes: 332 mil (2009- 2014)
Empregos temporários: 381 mil (2014)
~11 vezes o número de funcionários da Vale do Rio Doce
CONSUMO
Incremento no consumo: R$ 5,0 Bi (2009-2014)
~ 1,3 anos de vendas de geladeiras no Brasil (7,2 milhões)
TRIBUTOS
Tributos totais: R$ 16,8 Bi
Tributos federais: R$ 10,6 Bi (63%)
~33 vezes isenção tributária para o evento (~R$ 500 milhões)

Fonte:
Ministério do Esporte. Impactos econômicos da realização da Copa 2014 no Brasil. ME, 2010, p 5.
O estudo apresenta ainda os benefícios intangíveis, isto é, aqueles que os indicadores são incapazes de medir, mas que são tão importantes quanto os impactos econômicos.

VISIBILIDADE INTERNACIONAL
Mudança na imagem brasileira no exterior:
Fortalecimento da imagem de país alegre e receptivo
Adição de novos atributos à imagem brasileira: competência, organização e desenvolvimento
Maior exposição de produtos e serviços, sobretudo daqueles nos quais o Brasil tenha vantagens competitivas
Implementação e divulgação de tecnologias verdes (combustíveis, construção, ...)
TURISMO
Maior aproveitamento do potencial turístico do Brasil (número de turistas hoje é semelhante ao da Argentina e 1/4 do México).
Divulgação de atrações turísticas regionais e ampliação do turismo interno, sobretudo de destinos hoje pouco explorados.
Salto de qualidade dos serviços ligados ao setor (hotelaria, alimentação, taxis, etc):
INFRAESTRUTURA
Melhoria da qualidade de serviços/qualidade de vida para a população:
Tecnologias modernas de transportes
Maior conforto dos estádios
Plataforma para ganhos de produtividade no setor privado
Criação de novos pólos/vetores de desenvolvimento
APERFEIÇOAMENTO INSTITUCIONAL
Aprimoramento dos controles da gestão pública
Ampliação da integração entre as regiões do país
Fortalecimento do orgulho da nação (de ser brasileiro)

Fonte: Ministério do Esporte.
Impactos econômicos da realização da Copa 2014 no Brasil. 2010, p.9.

Amanhã apresentaremos alguns estudos sobre o impacto real da copa realizada na Alemanha em 2006.
 

 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Copa 2014 e os pequenos e notáveis

Muito tem se falado sobre os efeitos positivos que a organização dos dois maiores eventos esportivos do mundo terão na economia brasileira, em especial nos negócios ligados a indústria do turismo. Mas, até bem pouco tempo atrás não estavam disseminados dados que pudessem mostrar claramente o que significa, por exemplo, organizar uma copa do mundo de futebol.

Contudo, nos últimos meses essa realidade vem mudando rapidamente, especialmente em razão de investimentos de orgãos do governo brasileiro, como o Ministério do Esporte e o Ministério do Turismo - MTur, em estudos sobre as experiências de outros países, sobre o cenário atual brasileiro, em termos de infraestrutura, transporte, qualificação de serviços turísticos, estádios, as necessidades de investimento e os cenários futuros em termos do impacto na economia, entre outras questões importante.

Uma pesquisa encomendada pelo MTur realizada na Africa do Sul, por exemplo, investigou o perfil dos turistas que visitavam o país à epoca da Copa do Mundo FIFA 2014. Essa pesquisa resultou em dados interessantes de serem observados com a devida atenção, não somente pelos governos, como pelos empresários.

Realizada com 4.835 turistas, a pesquisa identificou que 87% dos entrevistados pagou a viagem do próprio bolso, que impressionantes 83% são homens, que apenas 36% são casados, enquanto que 60% são solteiros. Como estão organizadas suas UHs? Há número suficiente de camas que podem se transformar em duas de solteiro ou uma de casal? Suas tarifas para apartamentos single são interessantes? Grupos de solteiros podem dividir quartos maiores e ter uma tarifa interessante por pessoa?

Mostra ainda que 86% dos turistas que vão a uma copa do mundo tem curso superior (21% especializacao e 11% mestrado), que 45% tem entre 25 e 34 anos, seguidos por pessoas entre 35 e 44 anos que somam 25%. As atividades, o cardápio de seu café da manhã e a infra-estrutura tem características interessantes para jovens solteiros? É interessante e financeiramente viável pensar nisso?

Queriamos parar por aqui, mas os dados são cada vez mais interessantes. Veja esse dado: 25% dos turistas visitaram 03 destinos, enquanto que 21% visitaram 04, outros 12% visitaram 05 e ainda 16% visitaram 06 ou mais destinos.

Outro dado muito bacana para nós que trabalhamos com o turismo é o resultado da pergunta sobre o número de pernoites. 28% dos entrevistados afirmaram pernoitar de 10 a 15 vezes, enquanto que 19% de 15 a 20, outros 24% de 20 a 30 e ainda 6% pernoitaram mais de 30 vezes. Esse resultado dá uma média de 15 noites por turista. Bom, não?
Esses dois dados juntos significam que o que vem sendo falado sobre a importância dos destinos localizados no entorno das cidades sede e das sub sedes procede, não é mesmo?

Interessante também observar que os turistas de outros paises africanos são aqueles com maior permanência, o que pode sugerir que os sulamericanos sejam, no nosso caso, os turistas com maior número de pernoites na média. Como vai seu espanhol e o da sua turma?

E o gasto médio por turista? R$ 11.412,00, o que não inclui deslocameto até a Africa do Sul, mas inclui compra de bilhetes para os jogos.

Para finalizar, quando perguntados sobre qual seria a sede da próxima copa do mundo de futebol, 92% responderam Brasil.

Interessante como haviamos dito?

Acesse a integra do estudo clicando aqui e se debruçe sobre esses dados. Certamente você observará outras questões interessantes para se preparar ainda melhor para 2014.

Amanhã discutiremos outro estudo interessante, este encomendado pelo Ministério do Esporte.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Pequenas e médias empresas latino americanas prevêem crescimento em 2011

Um fator é ainda um desafio para empresas latino americanas de diferentes setores da economia, assim como para os pequenos meios de hospedagem. Ainda que considerem fator decisivo no aumento da competitividade o investimento em importação e exportação, 28% das empresas da região consideram ter dificuldades para encontrar parceiros em outros países.

Isso é o que demonstra em estudo que investiga opiniões e atitudes de empresários latino americanos.

Em sua quarta edição, o UPS Business Monitor Latin America (Monitoramento de Negócios da América Latina), estabelece um panorama sobre as tendências dos negócios na região. De acordo com os resultados deste estudo, embora a crise econômica mundial continuará afetando os negócios no futuro próximo, empresários entrevistados disseram, pela primeira vez desde 2008, que enxergam sinais de recuperação. Segundo o estudo, 80% dos empresários projetam crescimento de faturamento para os próximos 12 meses, o que não chegará a igualar os resultados de seus negócios antes da crise, mas que significará considerável aumento de contratações e investimento prioritário em marketing e vendas.

Em termos da perspectiva geral, as opiniões são muito contrastantes entre a entrevista realizada em 2008 com a deste ano. Em 2008, apenas 47% dos empresários entrevistados consideraram ter uma boa perspectiva geral para o ano seguinte. Neste ano as respostas positivas totalizaram 79%. 
Foram entrevistados neste estudo, cerca de 800 empresários de 07 países, a cerca de suas opiniões, atitudes e práticas. Os países são Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana e México.

O estudo aponta ainda que a perspectiva positiva para 2011 se deve em grande medida em razão dos resultados positivos obtidos em 2010 pela maioria das empresas, ou cerca de 54% delas.

Os resultados desse estudo podem parecer distantes da realidade dos pequenos meios de hospedagem brasileiros, mas se extrapolarmos um pouquinho o raciocínio podemos entender uma relação direta de causa e efeito.

Esse estudo aponta um crescimento do número de empregos, ou ao menos a diminuição do ritmo das demissões que ocorre nos últimos anos. Aponta ainda o crescimento do faturamento das pequena e médias empresas. E mais do que isso, aponta o otimismo dos empresários. Será muito pensar, então, que teremos mais dinheiro circulando e que as pessoas terão maiores condições de consumir produtos e serviços?

Sobre a questão relativa ao comércio internacional, os resultados do estudo parecem estar alinhados com as dificuldades dos pequenos meios de hospedagem em acessar o mercado internacional.

Aliado ao fato de que nos últimos anos temos um câmbio desfavorável para um maior incremento das chegadas internacionais, poucos são os pequenos meios de hospedagem brasileiros que possuem relações comerciais consolidadas com empresas que trabalham no mercado internacional. Este cenário é ainda mais desafiador em destinos pouco reconhecidos internacionalmente.

O Brasil vêm aumentando consideravelmente o número de chegadas internacionais e é possível que você tenha aumentado o número de diárias vendidas para estrangeiros, mas é também bem possível que não no ritmo que cresce o Brasil. Segundo dados da INFRAERO, a variação percentual entre 2009 e 2010 é de positivos 21,67%.

Porém, com o mercado brasileiro de receptivo internacional dominado pelas incoming tour operators, notadamente as localizadas no Rio de Janeiro, sobra pouco espaço para novos destinos. Em razão da preocupação com escala de mercado, as operadoras cariocas tem acordos comerciais com fornecedores (receptivos locais, meios de hospedagem, equipamentos gastronômicos, guias, etc.) em número reduzido de destinos, principalmente naqueles que possuem grande apelo comercial e também uma estrutura de receptivo altamente qualificada para atender o mercado internacional, como a própria capital fluminense, Salvador, Foz do Iguaçu, Amazônia, Pantanal, Recife e mais recentemente Fortaleza, Natal e Florianópolis.

De outro lado, já existem parcerias comerciais em curso, que correm no sentido contrário desse cenário. Acordos diretos entre operadores de receptivo locais com operadoras emissivas da Europa, EUA, Canadá, Austrália, Argentina, entre outros, tem contribuido para definir fluxos turísticos para destinos fora do eixo principal do turismo receptivo internacional.

Esses acordos são, normalmente, possibilitados por bons acordos comerciais e trabalhos coletivos entre operadores de receptivo local e grupos de pequenos meios de hospedagem.

Fatalmente, as chegadas internacionais aumentarão no Brasil nos próximos anos, sobretudo em função dos grandes eventos esportivos que sediaremos em 2014 e 2016, mas largar na frente é sempre importante.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Seminário do Programa Pequenos & Notáveis em Cuiabá - MT

O seminário de mobilização é a primeira ação de campo do Programa Pequenos & Notáveis nas cidades sede do mega evento esportivo que sediaremos em 2014. Os objetivos principais do seminário são:
1. Apresentar o programa aos empresários de pequenos meios de hospedagem das cidades sede e dos destinos do entorno.
2. Escutar e identificar as opiniões e sugestões dos presentes sobre as ações do programa;
3. Implementar o processo de mobilização para as ações do programa nas cidades sede e dos destinos do entorno.
4. Iniciar o processo de formação de uma rede de pequenos meios de hospedagem no Mato Grosso.
5. Realizar pesquisa diagnóstica que subsidiará importantes ações de qualificação para o setor nos próximos anos.

O seminário de Cuiabá acontecerá no dia 16/12 (quinta-feira), das 14h30 às 17h30, na sala 11 do Centro de Eventos do Pantanal. O endereço é Av. Bernardo Antônio de Oliveira Neto, s/nº - Ribeirão do Lipa.

É importante que você confirme sua presença por correio eletrônico (pequenosenotaveis@ipde.org.br).

Fruto de trabalho conjunto entre o SEBRAE, a ABIH e o IBH, o Programa Pequenos Notáveis foi desenvolvido em razão de grandes desafios que os pequenos meio de hospedagem brasileiros tem à sua frente:

1. Manter-se competitivo em um cenário de disputa internacional;
2. Combinar rentabilidade e aumento da ocupação com um sistema de gestão da qualidade eficiente;
3. Desenvolver um sistema de gestão da sustentabilidade adequado às suas necessidades e limitações;
4. Fazer com que o negócio alcance os desejos dos empresários, hóspedes, funcionários e parceiros.

O programa originou-se, a partir da missão da ABIH Nacional, que é representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo, na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e à qualificação permanente das empresas, pessoas, processos e serviços. Em função disso, estabeleceu parceria com as ABIHs estaduais, o SEBRAE Nacional e suas representações estaduais, para executar o Programa Nacional de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, também conhecido por sua alcunha, Pequenos & Notáveis.

A ABIH Nacional articulou o desenvolvimento e viabilizou boa parte dos recursos financeiros do programa, e está também auxiliando os processos de mobilização.

O SEBRAE Nacional viabilizou a maior parte dos recursos financeiros do programa e disponibilizou uma série de mecanismos de gestão e inovação a serem utilizados nas atividades de qualificação e capacitação.

O SEBRAE/MT e a ABIH/MT estão auxiliando os processos de mobilização e viabilizando recursos para as ações presenciais do programa.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH está executando o programa.

O DESAFIO agora é disseminar as informações sobre o programa e sensibilizar os empresários para a importância de sua participação e colaboração com as ações do programa.

Portanto, comece a colaborar já e espalhe a notícia.

Para saber mais informações, visite-nos regularmente no blog, siga-nos no
Twitter ou no Facebook.

Seminário do Programa Pequenos & Notáveis em Belo Horizonte-MG

O seminário de mobilização é a primeira ação de campo do Programa Pequenos & Notáveis nas cidades sede do mega evento esportivo que sediaremos em 2014. Os objetivos principais do seminário são:

1. Apresentar o programa aos empresários de pequenos meios de hospedagem das cidades sede e dos destinos do entorno.

2. Escutar e identificar as opiniões e sugestões dos presentes sobre as ações do programa.
3. Implementar o processo de mobilização para as ações do programa nas cidades sede e dos destinos do entorno.
4. Iniciar o processo de formação de uma rede de pequenos meios de hospedagem em Minas Gerais.
5. Realizar pesquisa diagnóstica que subsidiará importantes ações de qualificação para o setor nos próximos anos.

O seminário de Belo Horizonte acontecerá no dia 14/12 (terça-feira), das 13 às 17hs, no auditório do SEBRAE/MG. Avenida Barão Homem de Melo, 329, Nova Suiça.

É importante que você confirme sua presença por correio eletrônico (pequenosenotaveis@ipde.org.br).

Fruto de trabalho conjunto entre o SEBRAE, a ABIH e o IBH, o Programa Pequenos Notáveis foi desenvolvido em razão de grandes desafios que os pequenos meio de hospedagem brasileiros tem à sua frente:

1. Manter-se competitivo em um cenário de disputa internacional.
2. Combinar rentabilidade e aumento da ocupação com um sistema de gestão da qualidade eficiente.
3. Desenvolver um sistema de gestão da sustentabilidade adequado às suas necessidades e limitações.
4. Fazer com que o negócio alcance os desejos dos empresários, hóspedes, funcionários e parceiros.

O programa originou-se, a partir da missão da ABIH Nacional, que é representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo, na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e à qualificação permanente das empresas, pessoas, processos e serviços. Em função disso, estabeleceu parceria com as ABIHs estaduais, o SEBRAE Nacional e suas representações estaduais, para executar o Programa Nacional de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, também conhecido por sua alcunha, Pequenos & Notáveis.

O SEBRAE Nacional viabilizou a maior parte dos recursos financeiros do programa e disponibilizou uma série de mecanismos de gestão e inovação a serem utilizados nas atividades de qualificação e capacitação.

O SEBRAE/MG e a ABIH/MG estão auxiliando os processos de mobilização e viabilizando recursos para as ações presenciais do programa.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH está executando o programa.

O DESAFIO agora é disseminar as informações sobre o programa e sensibilizar os empresários para a importância de sua participação e colaboração com as ações do programa.

Portanto, comece a colaborar já e espalhe a notícia.

Para saber mais informações, visite-nos regularmente no blog, siga-nos no
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Fotos do seu destino em alta resolução

Se você já organizou, em parceria com outras empresas e com a secreatria de turismo, para fazer campanhas de promoção do seu destino, pode ter se deparado com uma questão crucial: a necessidade de imagens de alta qualidade.

Se as campanhas já passam a ser mais sofisticadas, incluindo vídeos, o desafio é ainda maior.

O que talvez você não saiba é que o Ministério do Turismo e a Embratur, com o intuito de apoiar as ações de promoção do turismo brasileiro, possuem um completo banco de imagens fotográficas e de vídeos.

Este banco retrata os principais destinos brasileiros incluindo imagens de atrativos turísticos
naturais e culturais (materiais e imateriais), paisagens, arquitetura, festivais, entre outros.

As fotos e vídeos podem ser utilizados para produção de material que divulgue as potencialidades turísticas do país nacional e internacionalmente, mas não podem ser utilizados com fins comerciais.

Saiba como entrar em contato e conseguir as imagens e vídeos clicando aqui.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Usabilidade. Conhece esse termo?

Você sabe como seus potenciais hóspedes classificam seu sítio eletrônico (website) quando o visita em busca de informações, fotos, contato, tarifas, entre outras coisas?

Talvez a experiência deste seu potencial hóspede seja parecida com a da foto ao lado.

Para que isso não aconteça, mas que ao contrário, o sítio eletrônico seja uma ótima ferramenta para o seu negócio, como na foto ao final deste artigo (post), você precisa estudar a usabilidade do seu website.

Condensamos algumas definições encontradas na Internet sobre usabilidade. Vamos começar por definir o que é usabilidade, para depois passarmos a falar sobre o intuito desse artigo, que é o de discutir sobre a usabilidade de sítios eletrônicos dos pequenos meios de hospedagem brasileiros.

Usabilidade na Internet seria, então, uma abordagem para fazer sítios eletrônicos que, no nosso caso potencias hóspedes, achariam fácil de usar e de encontrar as informações que precisa.

O usuário deve ser capaz de compreender onde clicar intuitivamente, a partir de outras experiências que já teve com sítios eletrônicos, ou mesmo com outros tipos de softwares, ou ainda com outras experiências cotidianas.

Hoje em dia, as técnicas de usabilidade estão baseadas em complexas pesquisas que diagnosticam como as pessoas navegam pela Internet. Essas pesquisas mostram dados muito interessantes. Você sabia, por exemplo, que as pessoas ao invés de ler uma página de Internet como se fosse um texto, elas escaneam a página? Isso significa que é muito importante que as informações, de fato, fundamentais devem estar posicionadas no lugar certo, com a cor certa, destaque, etc. Também que a conclusão daquela informação deve vir primeiro. Que você deve colocar apenas uma idéia por parágrafo, assim por diante.


Segundo nossa pesquisa, há um consenso de que empregar técnicas de usabilidade para melhorar um sítio eletrônico objetiva principalmente:

1. Apresentar a informação ao usuário de forma clara e concisa.


2. Oferecer ao usuário as escolhas corretas, de uma forma óbvia.


3. Eliminar qualquer ambigüidade sobre as conseqüências de uma ação.


4. Posicionar as coisas mais importantes no melhor lugar da página em questão.

Legal essa tal de usabilidade, não? Mas você deve estar s e perguntando, e daí? Como fazer para melhorar a experiência do meu potencial hóspede quando usa meu sítio eletrônico?

Antes de chegar lá, vamos ao motivo que nos levou a escrever esse artigo. Estamos fazendo uma pesquisa na Internet para aumentar o número de contatos que possuímos de pequenos meios brasileiros, para que posssamos disseminar informações sobre o programa e informar aos PMHs quando forem acontecer ações do programa.

Nesta pesquisa notamos que existem uma série de sítios eletrônicos competentes, em que a informação é clara, cada botão leva ao lugar que se esperava, que carregam as informações rapidamente, entre outras coisas. Uma outra parte dos sítios eletrônicos, contudo, tem muito a melhorar.

Em alguns deles, precisamos fazer uma viagem pelo sítio para encontrar o e-mail, o telefone ou endereço. Outros demoravam até 20s para carregar a página inicial, isso utilizando um computador de consirevável capacidade e numa conexão de 10MB, quando estudos mostram que 8.6 segundos é o máximo que um usuário aguardará para uma página carregar.

Vamos então as dicas. Escolhemos uma lista de técnicas usabilidade na Internet fáceis de serem trabalhadas e que podem melhorar em muito a experiência do seu potencial hóspede.


1. Posicione os botões ou informações importantes na parte superior esquerda da página, uma vez que, no Ocidente, nós lemos da esquerda para a direita.


2.
Reduza o peso do seu  website. Uma redução de 20% equivale a incrementar em 20% o número de páginas vistas. O peso das páginas é um obstáculo que faz com que o número de páginas vistas se reduza por sessão de usuário. Páginas pesadas podem fazer seu potencial hóspede de desisitir de navegar pelo seu website ou de não chegar àquela foto execelente do seu café da manhã, ou a página que mostra os descontos em baixa temporada.

3.
Estude o tempo que leva para carregar um banner ou uma página com maior número de recursos. Talvez seja interessante distribuir esses recursos em diferentes páginas.

4. Se você tiver animações no seu sítio, procure deixar informações estáticas na mesma página, oferecendo claramente a mensagem que você quer transmitir.


5. Não coloque banners de auto-promoção. Se seu site incluir banners, procure colocá-los só quando tiver um patrocinador real. Estão incrementando o peso da página, sua utilidade é mais ou menos nula e estarão criando cegueira no usuário.

6. Estude sobre o assunto, ao menos as questões básicas, assim você será mais feliz na escolha do profissional que desenhará seu próximo website.


7. Contrate uma empresa especializada que trabalhe com designers e promagadores experientes.

8. Finalmente, mas não menos importante, faça testes, pergunte aos seus hóspedes, peça para amigos seus testarem o seu website e estude sobre o assunto.

Fontes utilizadas para esse artigo:
http://www.criarweb.com/ 


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Exemplos inspiradores de construção verde

Construção verde ou construção sustentável não é um conceito que somente pode ser aplicado a um pequeno meio de hospedagem quando de sua construção, reforma ou ampliação.

Uma série de elementos da infra-estrutura e equipamentos do seu negócio estão inlcuidos neste conceito e podem ser substituídos ou aprimorados. Talvez as condições já sejam propícias, falta um sistema de gestão e pequenas intervenções. Trataremos sobre isso com profundidade no curso de sustentabilidade que realizaremos na modalidade à distância em 2011.

Mas independente disso, você pode zapear pela Internet e encontrar excelentes soluções para esverdear seu pequeno meio de hospedagem, seja com investimento considerável e alta tecnologia, ou baixo custo e tecnologias alternativas, ou mesmo no estilo "faça você mesmo"(do it yourself).

A foto acima mostra um conjunto de painéis fotovoltaicos, que transformam energia solar em energia elétrica. Esses painéis tem um custo de instalação alto, mas ao longo do tempo, esse custo é amortizado em função da diminuição do custo mensal do seu empreendimento com energia. É possível que você não tenha recursos suficientes para fazer um investimento como esse, mas é provável que consiga fazer investimento em outro tipo de uso da energia solar, a térmica, por exemplo para realizar processos de aquecimento da água de seus chuveiros ou piscina. Talvez você tenha ouvido falar que este aquecimento não é igual ao realizado por eletricidade. Acontece que como toda tecnologia essa deve ser empregada corretamente. Deve haver um dimensionamento do número de placas, e também um estudo sobre as condições climáticas do local onde está localizado seu PMH e ainda um estudo sobre onde devem ser posicionadas as placas de forma a receber a maior incidência possível de raios solares. 
 
Outras intervenções são ainda mais simples e ganham adeptos ao redor do mundo. Pintar o telhado de branco, por exemplo, ajudará a diminuir a temperatura no interior das UHs ou de seus espaços comuns, o que em última consequência diminuirá a intesidade de uso de ar condicionado e ventiladores. De tão simples e barata, a solução pode até se tornar lei. A Câmara Municipal de São Paulo acabou de aprovar em primeira votação Projeto de Lei para que a população pinte os telhados de suas casas de branco.

Outra intervenção também nos telhados tem demonstrado resultados interessantes nos aspectos referentes ao comportamento térmico, diminuição do escoamento de águas de chuva e reaproveitamento dessas águas e sistemas construtivos de menor peso específico. São os telhados verdes. A tecnologia pareceu tão adequada que em Nova York foi adotada em um ônibus.  

Estas são apenas algumas intervenções possíveis. Publicaremos outros artigos como esse nas próximas semanas com exemplos de outras boas práticas de construção verde.

Para finalizar, escolhemos este vídeo para te inspirar e a reforçar o entendimento de que construção verde está diretamente ligado à competitividade do seu negócio, justamente porque vai, certamente, diminuir seus custos. Mostra uma verdadeira revolução baseada em alta tecnologia em prédio de uma gigante norte-americana dos softwares. Assim mesmo, você poderá perceber maneiras de customizar as intervenções realizadas no prédio ou de aplicar em pequena escala equipamentos e sistemas demonstrados.