segunda-feira, 21 de março de 2011

Reciclagem de embalagens longa vida

Entregue embalagens longa vida
para reciclagem
A Tetra pak, gigante das embalagens longa vida, disponibilizou em seu sítio eletrônico na Internet um serviço de busca de locais para entrega de embalagens longa vida para a reciglagem.

A busca, baseada no Google Maps, é muito simples, constantemente atualizada, e traz informações de inúmeros postos de coleta, separados por categoria.

Você pode buscar por todas os tipos de postos de coleta ou selecionar somente aqueles que são mais adequados para você.

Se o seu PMH está em um destino longe de capitais ou de cidades maiores, monte um pequeno galpão para guardar suas embalagens até que tenha um volume que compense a viagem. Estabeleça parcerias com outros PMHs do seu destino quando você não tiver um espaço adequado ou mesmo para fazer um frete até o ponto de coleta mais próximo.

Para viajar pela rota da reciclagem do sítio da Tetra Pak, leia a explicação sobre os tipos de pontos de coleta. Boa parte deles faz a coleta ou a compra de outros tantos materiais recicláveis como PET, outros tipos de plástico, alumínio, entre outros.

PEV Ponto de Entrega Voluntária - estão marcados no mapa em vermelho. São os locais que recebem embalagens longa vida (entre outros materiais) para serem enviados à reciclagem. É o primeiro passo do processo, onde o material doméstico (pouco volume) geralmente é entregue. Boa parte das cidades já conta com estes postos, onde as pessoas podem depositar diretamente o material que separaram em casa.

Cooperativas - estão marcados no mapa em verde. São iniciativas sociais que trabalham com a coleta e triagem do material reciclável (inclusive embalagem longa vida) para beneficiamento e envio aos recicladores. A maior parte do material coletado vem do trabalho dos catadores cooperados ou dos programas de coleta seletiva municipais.

Comércios - estão marcados no mapa em amarelo. São os locais que compram material longa vida (e outros materiais recicláveis) para beneficiamento e envio aos recicladores. Eles adquirem o material, geralmente em grande quantidade, principalmente das cooperativas. Após a fase da coleta, as embalagens longa vida, já enfardadas, são enviadas às empresas recicladoras, que vão se encarregar de separar os elementos que compõem as embalagens e transformá-los em matéria-prima para uma série de aplicações.

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domingo, 20 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo rural.

Turismo rural é o conjunto de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade.

Com esta definição do Ministério do Turismo, em suas Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural no Brasil, podemos compreender como desenvolver negócios e destinos turísticos identificados com o segmento.

Quando fala em meio rural pressupõe a produção e o trabalho familiar, a paisagem, a biodiversidade, o modo de vida, a cultura comunitária e a identificação com os ciclos da natureza. Do comprometimento com a produção agropecuária envolve, mesmo que não seja desenvolvida em escala comercial, as práticas sociais e de trabalho, o ambiente, os costumes e tradições, aspectos arquitetônicos, artesanato, e o modo de vida considerados típicos da

Perfil do consumidor de turismo rural
Segundo estudos do Ministério do Turismo, embora não em dados estatísticos, mas com a contribuição de profissionais do segmento, o consumidor de turismo rural

é morador de grandes centros urbanos;
possui entre 25 e 50 anos;
é casado e viaja com filhos e/ou amigos;
possui ensino médio e/ou superior completo;
descolca-se em automóvel particular, em uma raio de até 150 km do núcleo emissor;
faz viagem de curta duração, em fins de semana e feriados;
organiza suas viagens independentemente;
tem na Internet e nos parentes e amigos sua principal fonte de informação para preparação da viagem;
aprecia a culinária típica;
valoriza produtos autênticos e artesanais;
compra produtos agroindustriais e/ou artesanais.


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sexta-feira, 18 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo cultural.

Patrimônios culturais materiais e imateriais são elementos fundamentais na atratividade do Brasil como destino turístico, sobretudo pela enorme variedade de tradições, manifestações e produções culturais, decorrentes da vastidão do território e dos diferentes povos que se instalaram em terras de, também, diferentes geografia e clima.

São esses patrimônios, sejam eles transformados em produtos turísticos ou não, expressivos geradores de fluxos turísticos para alguns dos mais importantes destinos turísticos brasileiros, como Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, para citar apenas alguns deles.

Conceituação

Para o Ministério do Turismo, o segmento cultural "compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura."

Neste amplo campo de atuação, o turismo cultural pode se especializar em diferentes sub-segmentos.

Turismo místico e esotérico - atividades turísticas decorrentes da busca de espiritualidade e do autoconhecimento em práticas, crenças, e rituais considerados alternativos.

Turismo étnico - envolvem a vivência de experiências autênticas e o contato direto com os modos de vida e a identidade de grupos étnicos.

Turismo cinematográfico - deslocamentos motivados para a visitação a locais ou atrações que tiveram aparição no cinema ou na TV. Os locais, na Nova Zelândia, onde foi filmada a série Senhor dos Anéis é um dos mais emblemáticos exemplos do segmento, tendo recebido milhões de turistas desde o lançamento dos filmes e a formatação de produtos turísticos.

Turismo arqueológico - tem como elementos motivadores os sítios arqueológicos e e o patrimônio arqueológico.

Turismo gastronômico - tem como elementos motivadores principais os festivais gastronômicos, além da oferta de bares e restaurantes, sobretudo com foco na gastronomia típica.

Enoturismo - deslocamentos motivados para o conhecimento do processo de produção de vinhos, realizando visitas a vinhedos e vinícolas, fazendo parte da experiência a degustação de vinhos e de seus derivados.

Turismo ferroviário - trens turísticos e culturais caracterizam-se pelo transporte não regular de passageiros, com o objetivo de agregar valor aos destinos turísticos, contribuindo para a preservação da memória ferroviária, configurando-se em atrativos culturais e produtos turísticos das cidades, auxiliando-se na diversificação da oferta.


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quinta-feira, 17 de março de 2011

Semana da Segmentação. Ecoturismo.

Difícil traduzir esse termo, na complexidade em que ele se apresenta de acordo com os diferentes contextos, mas se juntarmos favorável, amigo e benéfico do meio ambiente chegamos a um entendimento interessante.

E ter atividades, empreendimentos e comunidades environmentally friendlies é exatamente aquilo que tem buscado gestores públicos, empresas e profissionais do turismo de destinos identificados com o ecoturismo.

Continuando a semana da segmentação, vamos tratar hoje, portanto, deste que é um dos segmentos mais importantes para a geração de fluxos turísticos internacionais para o Brasil, pra a dinamização da cadeia produtiva do setor, e para o desenvolvimento responsável de destinos.

A definição das Diretrizes para uma Política Nacional de Ecoturismo, pioneiro documento no Brasil desenvolvido pelos ministério de Indústria Comércio e Tursimo e Ministério do Meio Ambiente, continua atual e é utilizada no planejamento das atividades do segmento ainda hoje.

"Ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações."

Serviços turísticos identificados com o segmento no Brasil

Transporte

Acesso: aos atrativos do segmento geralmente são por estradas pouco estruturadas, muitas vezes sem pavimentação e com capacidade para trânsito de poucos veículos;
Tipos: apesar de diversos, recomenda-se o uso de meios de transporte adaptados para as condições de acesso, seguros e que produzam impacto reduzido.

Hospedagem - Alguns destinos oferecem meios de hospedagem e alojamentos chamados “ecoturísticos”, inseridos em regiões distantes dos grandes centros urbanos, que podem se situar em áreas protegidas ou núcleos populacionais e comunidades adjacentes a elas. A maioria deles tem poucas acomodações. Atualmente é possível observar iniciativas de turismo de base comunitária e acomodações em casas das comunidades receptoras como uma alternativa de hospedagem. O planejamento de meios de hospedagem para o segmento deve incluir questões organizacionais, de planejamento do local, design das edificações, utilização de energia e infraestrutura dentro do conceito de tecnologias limpas, disposição de resíduos e acessibilidade.

Alimentação - Observa-se que, em geral, é oferecida em conjunto com os serviços de hospedagem, estando caracterizada pela simplicidade, pelo respeito e valorização à culinária e gastronomia locais e pela disponibilidade de alimentos característicos da região.

Condução – A condução exerce papel fundamental no segmento por auxiliar e promover a educação ambiental por meio da interpretação dos recursos. São algumas das principais funções dos guias e condutores em Ecoturismo: organizar, liderar o grupo, interpretar o meio ambiente, motivar o grupo, instruir e prover entretenimento. Nesse sentido é importante que se invista permanentemente em capacitação e aperfeiçoamento.

Receptivo – As agências de turismo locais são essenciais para promover a
relação entre a região turística visitada, o turista e o tipo de experiência por ele vivenciada.

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Salvador sedia lançamento do Pequenos & Notáveis.

Enrico Fermi - Presidente da ABIH 
e Rodrigo Lopes - consultor do IBH
SEBRAE, ABIH e IBH realizaram em Salvador, o Lançamento do Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem no estado de São Paulo.

O expressivo número de empresários do setor evidenciou a força do setor na Bahia e sucitou a discussão sobre a possibilidade de incluir outros destinos. O Presidente da ABIH/BA solicitou o lançamento do programa também na Região do Cacau, onde estão localizados importantes destinos como Itacaré e Ilhéus.

Também é importante destacar a presença e o compromentimento do SEBRAE/BA. Todos os gestores de projetos de turismo do SEBRAE no estado estiveram presentes. Essa iniciativa visa incrementar a disseminação de informações sobre as ações do programa no estado.

Importante ressaltar ainda a presença expressiva de empresários de Morro de São Paulo, Ilha de Itaparica e Praia do Forte.
Nosso muito obrigado a todos os que participaram.

Expressiva participação no evento
de interessados no setor


José Manoel Garrido - Presidente da ABIH/BA
(à direita)

Lançamento do Programa Pequenos & Notáveis no Rio de Janeiro

No próximo dia 25, lançaremos, no Rio de Janeiro, o Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, qual envolve uma série de ações e ferramentas de capacitação de pessoas e qualificação de serviços idealizadas e executadas, a partir da parceria entre o SEBRAE, a ABIH e suas seccionais nos estados, além do Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH.

Esperamos contar com sua presença, empresário de Angra dos Reis, Búzios, Cabo Frio, Paraty e Rio de Janeiro. Este é o momento de conhecer o programa, mas também de confraternização e celebração.

Nas primeiras ações de campo do programa, que acontecerão nas 12 cidades sede do mega evento esportivo que sediaremos em 2014, nossos objetivos principais são:

1. Apresentar o programa aos empresários de pequenos meios de hospedagem das cidades sede e dos destinos do entorno.
2. Escutar e identificar as opiniões e sugestões dos presentes sobre as ações do programa.
3. Iniciar o processo de formação de uma rede de pequenos meios de hospedagem no Rio de Janeiro.
4. Realizar pesquisa diagnóstica que subsidiará importantes ações de qualificação para o setor nos próximos anos.
5. Implementar o processo de mobilização para as ações do programa nas cidades sede e dos destinos do entorno.

O lançamento do programa acontecerá em 25/03 (sexta-feira), no Rio de Janeiro, das 14 às 17hs, no auditório da FGV Online, localizado à Rua Candelária, no. 6.

Participe e faça o giro certo, confirme sua presença.

RSVP - Daniela Teixeira
Email: assessoria.ibh@abih.com.br / Fone: 61 3327-7290


O programa já foi lançado em Cuiabá, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus e Salvador e São Paulo. Leia depoimentos de quem já participou.

"Discutimos o programa com as autoridades municipais durante a última reunião do Conselho de Turismo de Socorro e a opinião foi unânime de que o Programa de Qualificação dos Pequenos Meios de Hospedagem não poderia vir em melhor hora. O projeto veio resolver uma pendência que é a mão de obra qualificada na região. Para se ter uma idéia, em 1996, quando o conselho foi formado existiam 04 hotéis. Hoje temos 45 e mais oito em construção"
José Fernandes Franco - Pousada Parque dos Sonhos - Socorro/ SP

“O projeto é de suma importância para nossa região. Não só para receber os turistas que vierem para Recife em função da Copa do Mundo, mas para colocar o estado de Pernambuco em pé de igualdade competitiva tanto como destino, quanto na qualidade dos serviços prestados pela hotelaria”. Ângelo Gustavo Lins - Representante do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Olinda


COLABORE COM O PROGRAMA

Antes mesmo de participar do evento, você já pode começar a colaborar conosco. Suas sugestões, críticas e opiniões são fundamentais.

Faça comentários no blog ou mande-nos um email (pmh@abih.com.br).

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AVISO AOS NAVEGANTES

Nos últimos anos, como você bem sabe, empresas, governos e entidades setoriais passaram a perceber a importância dos pequenos meios de hospedagem para a competitividade e sustentabilidade do turismo brasileiro e estão desenvolvendo ações, projetos e programas específicos para o setor.

Portanto, essa é a hora de estudar o clima, os mapas e as coordenadas, escolher e preparar a tripulação, aproveitar os bons ventos e navegar rumo aos, outrora, distantes sonhos. Não se engane, as oportunidades estão colocadas para que seu PMH alcance mercados internacionais, consolide acordos comerciais com importantes players e materialize os valores e a cultura da empresa.

A ABIH e o SEBRAE não podem capitanear a nau, mas estão montando a Escola de Sagres.


PROGRAMA PEQUENOS E NOTÁVEIS

Fruto de trabalho conjunto entre o SEBRAE, a ABIH e o IBH, o Programa Pequenos e Notáveis foi desenvolvido em razão de grandes desafios que os pequenos meio de hospedagem brasileiros tem à sua frente:
1. Manter-se competitivo em um cenário de disputa internacional;
2. Combinar rentabilidade e aumento da ocupação com um sistema de gestão da qualidade eficiente;
3. Desenvolver um sistema de gestão da sustentabilidade adequado às suas necessidades e limitações;
4. Fazer com que o negócio alcance os desejos dos empresários, hóspedes, funcionários e parceiros.

O programa originou-se, a partir da missão da ABIH Nacional, que é representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo, na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e à qualificação permanente das empresas, pessoas, processos e serviços. Em função disso, estabeleceu parceria com as ABIHs estaduais, o SEBRAE Nacional e suas representações estaduais, para executar o Programa Nacional de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, também conhecido por sua alcunha, Pequenos e Notáveis.

A ABIH Nacional articulou o desenvolvimento e viabilizou boa parte dos recursos financeiros do programa, e está também auxiliando os processos de mobilização.

O SEBRAE Nacional viabilizou a maior parte dos recursos financeiros do programa e disponibilizou uma série de mecanismos de gestão e inovação a serem utilizados nas atividades de qualificação e capacitação.

O SEBRAE/RJ e a ABIH/RJ estão auxiliando os processos de mobilização e viabilizando recursos para as ações presenciais do programa.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH está executando o programa.


Lançamento do Programa Pequenos & Notáveis no Rio Grande do Norte

No próximo dia 29, lançaremos, no Rio Grande do Norte, o Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, qual envolve uma série de ações e ferramentas de capacitação de pessoas e qualificação de serviços idealizadas e executadas, a partir da parceria entre o SEBRAE, a ABIH e suas seccionais nos estados, além do Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH.

Esperamos contar com sua presença, empresário de Natal, Tibau do Sul, mas também de João Pessoa. Este é o momento de conhecer o programa, mas também de confraternização e celebração.

Nas primeiras ações de campo do programa, que acontecerão nas 12 cidades sede do mega evento esportivo que sediaremos em 2014, nossos objetivos principais são:

1. Apresentar o programa aos empresários de pequenos meios de hospedagem das cidades sede e dos destinos do entorno.
2. Escutar e identificar as opiniões e sugestões dos presentes sobre as ações do programa.
3. Iniciar o processo de formação de uma rede de pequenos meios de hospedagem no nordeste brasileiro.
4. Realizar pesquisa diagnóstica que subsidiará importantes ações de qualificação para o setor nos próximos anos.
5. Implementar o processo de mobilização para as ações do programa nas cidades sede e dos destinos do entorno.

O lançamento do programa acontecerá em Natal, no dia 29/03 (terça-feira), das 14 às 17hs no Praia Mar Hotel, localizado à Rua Francisco Gurgel, 33, Ponta Negra.
Telefone (84) - 3219- 2230
Participe e faça o giro certo, confirme sua presença.

RSVP - Daniela Teixeira
Email: assessoria.ibh@abih.com.br / Fone: 61 3327-7290

O programa já foi lançado em Cuiabá, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza. Leia depoimentos de quem já participou.

“Esse projeto será um marco para os pequenos empreendimentos que ficam a cerca de 100 km de Recife, já que com qualidade no atendimento, podemos contribuir com os esforços institucionais da Secretária de Turismo do estado, em promover o destino Pernambuco, absorvendo não só a demanda por um tipo específico de hospedagem, mas recebendo os hóspedes que não encontram vagas em cidades como Olinda, por exemplo.” Maria Thereza Chaves Fiúza - Presidente da Associação Pernambucana de Turismo Rural e Ecológico – APETURR

“O projeto é de suma importância para nossa região. Não só para receber os turistas que vierem para Recife em função da Copa do Mundo, mas para colocar o estado de Pernambuco em pé de igualdade competitiva tanto como destino, quanto na qualidade dos serviços prestados pela hotelaria”. Ângelo Gustavo Lins - Representante do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Olinda


COLABORE COM O PROGRAMA

Antes mesmo de participar do evento, você já pode começar a colaborar conosco. Suas sugestões, críticas e opiniões são fundamentais.

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AVISO AOS NAVEGANTES

Nos últimos anos, como você bem sabe, empresas, governos e entidades setoriais passaram a perceber a importância dos pequenos meios de hospedagem para a competitividade e sustentabilidade do turismo brasileiro e estão desenvolvendo ações, projetos e programas específicos para o setor.

Portanto, essa é a hora de estudar o clima, os mapas e as coordenadas, escolher e preparar a tripulação, aproveitar os bons ventos e navegar rumo aos, outrora, distantes sonhos. Não se engane, as oportunidades estão colocadas para que seu PMH alcance mercados internacionais, consolide acordos comerciais com importantes players e materialize os valores e a cultura da empresa.

A ABIH e o SEBRAE não podem capitanear a nau, mas estão montando a Escola de Sagres.


PROGRAMA PEQUENOS E NOTÁVEIS

Fruto de trabalho conjunto entre o SEBRAE, a ABIH e o IBH, o Programa Pequenos e Notáveis foi desenvolvido em razão de grandes desafios que os pequenos meio de hospedagem brasileiros tem à sua frente:
1. Manter-se competitivo em um cenário de disputa internacional;
2. Combinar rentabilidade e aumento da ocupação com um sistema de gestão da qualidade eficiente;
3. Desenvolver um sistema de gestão da sustentabilidade adequado às suas necessidades e limitações;
4. Fazer com que o negócio alcance os desejos dos empresários, hóspedes, funcionários e parceiros.

O programa originou-se, a partir da missão da ABIH Nacional, que é representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo, na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e à qualificação permanente das empresas, pessoas, processos e serviços. Em função disso, estabeleceu parceria com as ABIHs estaduais, o SEBRAE Nacional e suas representações estaduais, para executar o Programa Nacional de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, também conhecido por sua alcunha, Pequenos e Notáveis.

A ABIH Nacional articulou o desenvolvimento e viabilizou boa parte dos recursos financeiros do programa, e está também auxiliando os processos de mobilização.

O SEBRAE Nacional viabilizou a maior parte dos recursos financeiros do programa e disponibilizou uma série de mecanismos de gestão e inovação a serem utilizados nas atividades de qualificação e capacitação.

O SEBRAEs e as ABIHs do Rio Grande do Norte e da Paraíba estão auxiliando os processos de mobilização e viabilizando recursos para as ações presenciais do programa.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH está executando o programa.


terça-feira, 15 de março de 2011

Semana da Segmentação. Sun, Sand and Sea.

Sund, Sand and Sea; 3Ss; Sol e Praia. O nome não importa. O que importa é que este é, provavelmente o único segmento turístico que consegue rivalizar em alguma medida com o segmento de negócios e eventos em termos da importância econômica para os prestadores de serviços turísticos.

Motivador de volumosos fluxos turísticos em todos os continentes e responsável pela criação de alguns dos mais badalados e importantes destinos turísticos do mundo, o segmento de sol e praia é, sem sombra de dúvidas, o mais importante para o Brasil, quando falamos em lazer, portanto à exceção de negócios e eventos.

Quando combinados os dois segmentos temos destinos e negócios ainda mais competitivos, como mostram as diárias médias e as ocupações de meios de hospedagem de Salvador, Rio de Janeiro e outros destinos do Nordeste.

Segmentação como estratégia para o desenvolvimento

O seguinte parágrafo extraído do caderno de orientações básicas para a segmentação em sol e praia explica bem qual o caminho a ser percorrido pelos destinos.

"O Ministério do Turismo reconhece essas tendências de consumo como oportunidades de valorizar a diversidade e as particularidades do Brasil. Por isso, propõe a segmentação como uma estratégia para estruturação e comercialização de destinos e roteiros turísticos brasileiros. Assim, para que a segmentação do turismo seja efetiva, é necessário conhecer profundamente as características do destino: a oferta (atrativos, infraestrutura, serviços e produtos turísticos) e a demanda (as especificidades dos grupos de turistas que já o visitam ou que virão a visitá-lo). Ou seja, quem entende melhor os desejos da demanda e promove a qualificação ou aperfeiçoamento de seus destinos e roteiros com base nesse perfil, terá mais facilidade de inserção, posicionamento ou reposicionamento no mercado."

Transponha este mesmo entendimento para o seu negócio apenas mudando a orientação de destino para pequeno meio de hospedagem. Portanto se você conhece os desejos da demanda do destino em que está localizado o seu PMH e promove a qualificação do seu negócio terá mais facilidade de ofertar um serviço adequado e posicionar-se no mercado como um competidor eficiente.

Perfil do tursita de sol e praia

Como você bem sabe, as atividades de um turista de sol e praia podem ir da simples "recreação de contato primário com a água (banho de mar, lago, rio; nado etc.) passando por atividades esportivas e recreacionais (banhos de sol, caminhadas, frescobol, vôlei de praia, futevôlei, futebol de areia) e atividades com equipamentos náuticos (passeios de barco, jet ski, banana boat, caiaque, lancha, esqui-aquático) até chegar a atividades mais atléticas e especializadas como o surf, o windsurf ou o kitesurf."

Por isso mesmo, é difícil estabelecer um perfil desta demanda, que inclue outras variáveis, como os serviços oferecidos, as características climáticas e geográficas do destino, as características da praia, entre outros.

Além do mais, “o Brasil não possui estudos específicos que apontem o perfil do turista de Sol e Praia, porém, as características físicas e a oferta de serviços de um destino podem vir a indicar o tipo de freqüentador do mesmo. Assim, praias de mar aberto, com ondas, muitas vezes são procuradas pelo público jovem e espor- tista, enquanto que aquelas de enseadas e baías terão famílias como público principal. Da mesma forma, praias de rios e reservatórios atraem diferentes turistas.”

De toda maneira, é possível ampliar em muito o conhecimento sobre o perfil dos seus reais e potenciais hóspedes com medidas simples, como o aprimoramento de seu banco de dados, suas pesquisas de satisfação e atividades de benchmarking.

"As pesquisas de demanda turística possuem papel primordial nesse proces-so, pois fornecem dados sobre as preferências e características do turista, assim como a análise dos produtos e as atividades ofertadas pelo mercado, do impacto econômico de seu desenvolvimento em âmbito local, regional e nacional."

E você mesmo pode desenvolvê-la, mesmo que somente no seu pequeno e notável meio de hospedagem ou em parceria com parcerios, centro de atendimento ao turista, secretaria de turismo do destino e do estado.

Tendências do turismo de Sol e Praia para o século XXI - segundo a Organização Mundial do Turismo OMT

Destinos de Sol e Praia distantes
- estima-se que nos próximos anos a busca por viagens à lugares de Sol e Praia distantes tenha um crescimento superior à média geral. Tais destinos estão aos poucos substituindo os destinos turísticos costeiros considerados tradicionais

Destino de Sol e Praia de “boutique”  - um tipo de Turismo de Sol e Praia em que os turistas buscam destinos com instalações sofisticadas, mas em lugares mais tranquilos e menos desenvolvidos, que preservam mais a sua identidade local. Tal segmento produz um volume menor de turistas, mas de alto nível social e econômico.

Viagem (ou férias) combinadas - viagem que devem combinar o componente Sol e Praia, mais uma visita turística de interesse especial, como turismo cultural ou ecoturismo.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Semana da Segmentação. Turismo de Negócios e Eventos.

A partir da publicação da ultima sexta-feira, idealizamos  publicar nesta semana artigos referentes a importantes segmentos turísticos para os destinos brasileiros. Assim, na Semana da Segmentação no Blog dos Pequenos e Notáveis, trataremos dos segmentos de sol e praia, cultural, ecoturismo, de aventura, e de negócios e eventos.

As referências mais importante para esses artigos, como não poderia deixar de ser, serão os cadernos de segmentação publicados pelo Ministério do Turismo.

Comecemos então por aquele segmento que é importante para uma diversidade de destinos turísticos brasileiros, sejam eles capitais ou não, localizados no litoral, na serra ou na floresta, ou mesmo identificados mais fortemente com outros segmentos.

Estamos falando, obviamente, do turismo de negócios e eventos, para o qual o Ministério do Turismo considera que “compreende o conjunto de atividades turísticas decorrentes dos encontros de interesse profissional, associativo, institucional, de caráter comercial, promocional, técnico, científico e social.”

De acordo com a capacidade de oferta de atividades turísticas, da vocação do destino e da relação entre as características do evento e o destino em questão, empresários e gestores públicos procuram competir para sediar os eventos mais adequados à sua realidade.

Segundo o MTur, estes encontros podem ser de interesse profissional, associativo, institucional ou de caráter comercial, promocional, técnico, científico e social.

Encontros de interesse profissional, associativo, institucional

Referem-se a contatos e relacionamentos de trabalho, corporativos, ou de associações ou instituições, sob diferentes formas, como reuniões, visitas, missões e eventos de diferentes naturezas. Os eventos associativos estão ligados a áreas de interesse específicas, pertencendo a uma determinada entidade, seja ela uma associação, um conselho ou outra instituição qualquer. Os participantes deste tipo de evento podem escolher se desejam ou não estar presentes no evento. Já os corporativos estão relacionados a uma ou mais empresas, sendo mais fechados, não cabendo em sua maioria a captação e cujo poder de decisão, tanto da sua realização como da participação de pessoas, cabe – em geral – à alta gerência da organização.

Caráter comercial, promocional, técnico, científico e social

Está relacionado à natureza das relações: comerciais, quando associadas às transações de compra e venda de produtos e serviços; promocionais, quando apenas para divulgação institucional ou de apoio às estratégias de marketing; técnicas e científicas, ao abarcar especialidades, processos, habilidades, domínio de uma prática, arte ou ciência; e sociais, por envolver assuntos próprios da sociedade, comunidade ou agremiação, com vistas ao bem comum.

Ainda para o MTur estas atividades turísticas incluem “a oferta de serviços, equipamentos e produtos que viabilizam o deslocamento e a estada do turista e também na realização do negócio ou do evento como atrativo. Incluem as seguintes atividades: transportes; operação e agenciamento turístico; hospedagem; alimentação; organização e operação de eventos; espaços para eventos; recepção; recreação e entretenimento; atividades complementares”.

Portanto, é fundamental que a habilitação para sediar um determinado evento esteja alicerçada no estudo da capacidade de oferta de atividades turísticas de acordo com o número de participantes e potenciais acompanhamentos, assim como ao perfil do evento e da demanda.

De maneira geral, porém, é possível determinar a característica do perfil do turista de negócios e eventos. Ele possui escolaridade superior e poder aquisitivo elevado; é representante de organizações e empresas; exigência de praticidade, comodidades, atendimento e equipamentos de qualidade; realiza gastos elevados em relação a outros segmentos.

Uma das maneiras mais profissionais e adequadas que destinos dos mais diferentes cantos do mundo adotaram para organizar o trade e competir em pé de igualdade com outros destinos na captação e organização de eventos é por meio de um Convention and Visitors Bureau.

Estes, segundo definição da Federação Brasileira de Convention and Visitors Bureaux, são organizações sem fins lucrativos, dedicadas à promoção do destino turístico ao qual se referem como local ideal para realização de turismo de eventos, de negócios e de lazer, por meio de prestação de informações e facilitação ou intermediação de venda dos produtos e serviços turísticos existentes no mesmo.

Se no seu destino já existe um Convention and Visitors Bureaux, associe-se a ele. Caso contrário, e se o seu destino tem capacidade de captar e organizar eventos junte-se a outros empresários e monte um.

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