quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Negócios & soluções

O SEBRAE/SP e a TV Cultura produzem em parceria um programa para capacitação de pequenas empresas em temas como marketing, finanças, atendimento ao cliente, competitividade e empreendedorismo.

Este programa, realizado por meio de vídeos, chama-se Negócios & Soluções, e utiliza empresas reais como ilustração e inspiração para abordagem de especialistas no assunto demonstrarem como o empresário pode qualificar sua gestão por meio de conhecimentos e ferramentas importantes para o dia a dia dos empresários.

No vídeo que você vê aqui os especialistas apresentam como formar preço de um produto ou serviço, observando a importância de se observar custos fixos e variáveis, e custos que muitas vezes empresários ignoram ou deixar de contabilizar na formação do preço.

Evidentemente quea formação do preço depende da competição do mercado, mas é fundamental que o preço de sua diária, serviços de alimentação, entre outros serviços e produtos ofertados no seu pequeno & notável meio de hospedagem se espelhem na realidade dos seus custos, inclusive porque você precisa estabelecer metas para suas taxas de ocupação e rentabilidade.

Os principais pontos na formação de preço, destacados pelo programa, foram:

Observe a concorrência para formar o preço.
Preço de custo é apenas 1 item e não o preço final do produto.
Para compor o preço é necessário ter o domínio de todas as informações da empresa.
O preço de venda é uma representação de todo o planejamento da empresa.
Para formar o preço é importante considerar corretamente o volume de vendas.


Existem mais de 100 vídeos do Negócios & Soluções veiculados no Youtube. Dê um pulo lá e escolha algum dos temas que é um desafio para você.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Lançamento do Programa Pequenos & Notáveis no Ceará

Lançamento do Programa no CE
Fotografia: Inês Matos
Acontece hoje, na sede do SEBRAE/CE em Fortaleza, o lançamento do Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem no estado.

Na parte da manhã, os pareceiros responsáveis pelo Programa Pequenos & Notáveis, SEBRAE/CE, ABIH/CE, IBH e ABIH Nacional, participaram de reunião para alinhar o conhecimento sobre o status do programa entre os parceiros, e ainda planejar ações de mobilização de empresários de pequenos meios de hospedagem do Ceará e representantes de entidades parceiras na capital e no interior do estado.

Neste momento acontece, no auditório da sede do SEBRAE/CE, o lançamento do programa, contando com a participação de 70 pessoas, entre empresários
diferentes destinos e diferentes regiões turísticas, como Fortaleza, Jericoacoara, Caucaia, Beberibe, Paracuru, Trairí e Guaramiranga; e representantes das entidades parceiras, como segue:

ABIH Nacional - Enrico Fermi (presidente)
ABIH Ceará - Régis Medeiros (presidente)
SEBRAE/CE - Antônio Brito (coordenardor de turismo)
SEBRAE\CE - colaboradores e consultores
Sindihotéis/CE - Waldyr Diogo de Siqueira Neto (presidente)
AMHT - Associação dos Meios de Hospedagem e Turismo do Ceará - Luiz Antonio Souza Frota (presidente)
Secretaria de Turismo do Estado do Ceará -  Coordenadoria de Destinos e Produtos Turísticos - José Valdo Mesquita Aires
Sec. de Turismo de Caucaia - Fernando Holanda (secretário) e colaboradores
Escola de Turismo do  Ceará
ABBTUR/CE
SENAC/CE


Lançamento do Programa no CE - Fotografia: Inês Matos

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Qual seu perfil de gestor em termos de empowerment?

O SEBRAE possui uma série de publicações produzidas especificamente para empresários de pequenas empresas.

Ao longo dos próximos meses vamos publicar artigos utilizando estas publicações, principalmente apresentado ferramentas interessantes para você aprimorar o gerenciamento do seu pequeno & notável meio de hospedagem, com explicações simples e abordando questões práticas do seu cotidiano.

Para começar essa série, vamos hoje, falar sobre um assunto que deve fazer parte do seu dia a dia, a delegação de poderes, também conhecido por seu termo em inglês, empowerment.

Na série Manual do Empresário, desenvolvido pelo SEBRA-ES, um dos fascículos trata da Gestão de Pessoas, e dedica uma parte do estudo à delegação de poderes.

Uma das ferramentas deste fascículo é um teste para você entender qual é a sua capacidade de delegar poderes. Este teste simples é feito por meio de um questionário com 16 perguntas em que você responde “sim” ou “não”. Depois de responder ao questionário, você fará uma conta matemática para interpretar o resultado, o que te dirá o quanto e de que forma você delega poderes à sua equipe.

Não se assuste com o número de respostas. As perguntas são simples e você não levará mais do que dez minutos para responder e chegar à interpretação de suas respostas.

INSTRUÇÕES

a) Procure refletir sobre seu dia-a-dia ao responder as questões
b) Identifique em cada questão o seu comportamento mais freqüente no trabalho e não o que gostaria ou acha certo fazer;
c) Se a questão está de acordo com sua atuação, assinale “S” de sim. Caso contrário, assinale “N” de não.
d) Assinale suas respostas em um arquivo de texto, planilha ou em um papel.

PERGUNTAS

1. Na sua ausência, você tem um substituto formalmente designado?
2. Quando você tira férias ou se ausenta do trabalho, a produtividade de sua equipe ou do seu setor cai significativamente?
3. Você possui tendência para “assumir” tarefas que não lhe competem, especialmente aquelas que você executava enquanto técnico, antes de ser promovido?
4. Seu critério usual para delegação é o de transferir para sua equipe as tarefas que você não gosta de executar?
5. Ao delegar, é comum você usar a frase: “isto agora é com você, e resolva como achar melhor”?
6. Você tem sempre a convicção de que executa as tarefas melhor e mais depressa que sua equipe?
7. Sua equipe, mesmo depois de receberem qual- quer delegação, tendem sempre a voltar a você para “dividir” a decisão?
8. Você sempre ou quase sempre aceita dividir com sua equipe o “ônus” das decisões?
9. Você tem mania de perfeição?
10. Você considera mais agradável executar diretamente as tarefas, em oposição a conseguir resultados através de terceiros?
11. Quando delega, você tende a conceder mais responsa- bilidade (atribuições) do que autoridade (mais coisas para fazer do que o poder de decisão sobre elas)?
12. Logo depois que você delega uma tarefa,é comum se impacientar quando procurado para esclarecer eventuais dúvidas?
13. Você costuma decidir a forma de controle da delegação no momento em que ela é efetuada?
14. Além de delegar“o que fazer”,você costuma definir com sua equipe exatamente qual deve ser o caminho a ser seguido por eles, “o como fazer”?
15. Quando delega,você usualmente define prazos e limites da delegação, procurando fazê-lo de comum acordo com o grau de comprometimento e desenvolvimento de seu subordinado?
16. No início do processo de delegação, você sempre ou quase sempre procura deixar claro para seu subordinado sua disponibilidade para dirimir dúvidas eventuais?

MATEMÁTICA

Para cada resposta “sim” às perguntas 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 14, atribua 1 ponto.
Para cada resposta “não” às perguntas 1, 13, 15 e 16, atribua 1 ponto.

INTERPRETAÇÃO

Entre 16 e 12 pontos = você tem problemas sérios com seu esquema de delegação. Reveja suas prioridades. Discuta com sua equipe sugestões para a delegação. Registre as tarefas do seu dia-a-dia de trabalho e analise as oportunidades de delegação de algumas destas tarefas para sua equipe.

Entre 11 e 8 pontos = o problema existe, não é tão sério, mas a situação pode piorar.

Entre 7 e 4 pontos = você utiliza bem o instrumento delegação, mas sempre é possível melhorar.

Entre 3 e 0 pontos = você é um executivo perfeito no que tange à delegação. Parabéns!

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Empreendedorismo: aprendendo com tentativa e erro

Você já sabe o que é ser um empreendedor, porque é um.

Portanto não vamos gastar tinta descrevendo as qualidades e as competências de um empreendedor, mesmo porque dificilmente conseguiremos descrever as diferentes características de cada tipo de empreendedor.

Mas, vamos discorrer sobre uma teoria sobre as formas com que os empreendedores decidem montar uma empresa e como tomam decisões na administração do negócio.

A professora e pesquisadora Saras Sarasvathy, desenvolveu a teoria da abordagem efetiva, que observa que o empreendedor estabelece um conjunto de processos decisórios em situações de incerteza. Esse conjunto de processos não estaria baseado em predições ou análises sobre os cenários futuros. Na abordagem efetiva o empreendedor entende que, como não pode controlar o futuro, não há necessidade de tentar predizer o que acontecerá.

Essa abordagem, portanto se opõe à lógica causal, na qual a predição do futuro garante ao empreendedor a capacidade de controlar o futuro. Dessa maneira, é fundamental a construção de planos de negócios, pesquisas de mercado e tantas outras observações sobre a situação atual, suas causas e os cenários futuros.

Para chegar a essa teoria a Dra. Sarasvathy fez uma pesquisa, por meio de entrevistas, com uma série de empreendedores que ela chama de "experts", porque possuem vários anos de experiência na gestão de empresas, com histórias de fracasso e sucesso, mas que aprenderam com o tempo a administrar bem suas empresas.

Os princípios da teoria da abordagem efetiva no empreendedorismo podem ser resumidos nos seguintes princípios.

Princípio do pássaro na mão: quem sou eu, o que eu posso fazer e quais recursos estão disponíveis para mim? (Diferentemente de pré-determinar metas).

Princípio das perdas aceitáveis:
o que eu posso dar ao luxo de perder? (Não foque no que você espera ganhar).

Princípio da colcha de retalhos:
quem eu conheço que pode me ajudar? (Escolha seus parceiros no negócio com cuidado).

Princípio da limonada: contingências como despesas não previstas são comuns, e até fracassos, portanto não evite encará-los.

Princípio do piloto no comando do avião:  o futuro consiste naquilo que criamos, e não em tendências inevitáveis.

A teoria da abordagem efetiva se espelha na sua maneira de administrar seu pequeno meio de hospedagem?

Vamos em outras oportunidades discorrer sobre outras questões abordadas pela professora Saras Sarasvathy, em suas pesquisas e observações sobre como o empreendedor administra empresas.

Eu não falhei 700 vezes. Eu não falhei nenhuma vez. Eu consegui ter sucesso em provar que aquelas 700 formas não funcionam. Quando eliminar as formas que não funcionam, encontrarei a forma como irá funcionar. Thomas Edison, considerado o maior inventor de todos os tempos.
parte de perguntas como quem eu sou, o que eu sei, e quem me conhece.


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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Você precisa de que tipo de inovação?

Há cerca de dez dias publicamos um post inspirado em um artigo da série de melhores da Escola de Negócios de Harvard, que trata sobre a inovação. Esse artigo intitulado Implementando a Inovação, tratava entre outras coisas sobre a importância de entender que tipo de processo de inovação você precisa para lidar com certa situação.
Segundo os autores desse artigo, é preciso estabelecer as diferenças entre uma idéia que objetiva melhorar um determinado aspecto do seu pacote de serviços e outra que propõe um novo aspecto do seu pacote de serviços. A primeira é chamada de incremental, porque melhora ou incrementa o serviço. A segunda é chamada arquitetural, porque inclui um novo aspecto na estrutura do seu pacote de serviços.

As idéias incrementais tendem a ser mais pragmáticas, geralmente possuem um menor risco e são menos complexas para operacionalizar, ao contrario das arquiteturais. Por isso é importante estabelecer processos diferentes de inovação, embora utilizando a mesma equipe, para que se compreenda a importância das duas.

Nem tão importante assim
Adriano Lima, consultor em inovação e solução de problemas, de outro lado, acredita que "as empresas gastam um tempão (inútil) brigando para classificar coisas como inovações ou melhorias. Pura perda de tempo. No lugar de focar no resultado acabam se perdendo em muito ao detalhamento burocrático do processo."

De toda forma, Adriano considera que pensar que uma empresa precisa investir em todo e qualquer tipo de inovação está errado. É preciso definir um foco, que pode estar em:

1. inovação em gestão: como gerenciar os recursos da empresa;
2. inovação no modelo de negócios: como vender;
3. inovação nas ofertas de produtos e serviços: o que vamos vender;
4. inovação na operação: como vamos trabalhar.

Depois de definido o foco, é preciso entender que tipo de inovação é essa:

1. novo para uma área/departamento/unidade;
2. novo para a empresa;
3. novo no setor que a empresa atua;
4. novo no mercado.

Utilizando um exemplo já abordado em nosso post anterior, decidir servir almoço ou jantar em seu pequeno & notável meio de hospedagem é uma inovação na oferta de produtos e serviços e é ao mesmo tempo novo para a empresa, é novo em um departamento (alimentos e bebidas) e provavelmente novo no mercado, se você se concentrar sua análise no mercado do seu destino, em que não há outros PMHs fazendo o mesmo.

Se de outro lado, você já tem um restaurante associado ao seu PMH, mas vai implantar somente agora um sistema de reservas para ele, quando você já o possui para o serviço de hospedagem, isso quer dizer que você está fazendo uma inovação na operação que é uma novidade para um departamento da empresa.

Interessante pensar sobre essas questões, concorda?

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Reuniões como um recurso para aumentar a produtividade


É preciso compreender como tirar proveito de reuniões.

Depois que passamos a tornar a administração das empresas mais horizontal e com decisões mais colaborativas e democráticas, as reuniões passaram a ter importância maior, porque necessitam ser realizadas entre um maior número de pessoas, e com maior expressão de opiniões e compartilhamento de conhecimentos.

Mesmo que você tenha um pequeno meio de hospedagem com uma equipe reduzida, o que portanto pode fazer com que os processos decisórios sejam feitos em conversas informais regulares, é importante que seja estebelecido um calendário, tanto para tratar assuntos estratégicos, como para que os profissionais de diferentes possam compreender toda a complexidade do trabalho e atue no sentido de buscar soluções em conjunto.

Mas, para que as reuniões sejam realizadas de maneira produtiva, sem excessos de datas e acabem por se tornar um fardo, na opinião de sua equipe, você deve estudar como você as realiza e tomar uma série de atitudes para melhorar a qualidade e a produtividade delas.

Para nos ajudar a construir esse racioncáio vamos utilizar as dicas de outro dos artigos da série Gestão Orientada para Resultados da Escola de Negócios da Harvard (Harvard Business School), como fizemos na Semana da Competitividade. O artigo chamado Como tirar proveito das reuniões foi escrito pelo jornalista Tom Krattenmaker
Calcule quanto valem suas reuniões

Para que você compreenda a importância das reuniões, você pode começar a calcular quanto elas valem. Calcule quanto vale a hora de trabalho de cada um dos membros da sua equipe e multiplique esse valor pelo número de horas em reunião que cada um participa por mês ou por ano.

Não convoque reuniões sem propósito

Os assuntos a serem tratados na reunião podem tratados de outra maneira?
Todas as pessoas convocadas realmente devem participar?
As pessoas tiveram informações susficientes para se preparar para a reunião?

Não deixe espaço para discussões dispersivas

Estabeleça objetivos claros
Discuta e decida; ou
Discuta e monte um plano; ou
Discuta e identifique obstáculos principais.

Gaste tempo para poupar tempo

Estabeleça uma pauta objetiva
Comunique o calendário de reuniões e suas pautas nos diferentes mecanismos disponíveis

Anote as digressões e não permita “falastrões”

Questões que fogem à pauta devem ser anotadas para serem tratadas em outras reuniões
Faça interrupções quando “falastrões” dificultarem a participação de outras pessoas
Convide oradores resistentes para emitir suas opiniões


Estabeleça procedimentos para horários e dias de reuniões

Defina os dias em que pode ou não pode haver reuniões
Defina os melhores horários para reuniões

Tom Krattenmaker é redator freelance e diretor de noticiário e informações do Swarthmore College, próximo a Filadélfia.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Exemplo de programa de responsabilidade social


No turismo solidário a idéia central é empreender ações no sentido de congregar pessoas físicas e/ou jurídicas dispostas a conhecer de perto a realidade de famílias e comunidades que vivem em determinado destino turístico, com o objetivo de colaborar para a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento humano e social comunitário.

É a partir deste conceito, que uma operadora de receptivo de um dos mais interessantes destinos ecoturístico do Brasil, desenvolve um programa exemplar de responsabilidade social. A Travessia Ecoturismo, localizada na Chapada dos Veadeiros, já executou, desde 2005, em parceria com empresas estrangeiras e brasileiras uma série de 16 ações, que somadas impactam .

As boas práticas desenvolvidas pela Travessia não são somente um exemplo para operadores de receptivo, mas podem certamente ser desenvolvida por pequenos meios de hospedagem individualmente ou em parceria com outras empresas do destino, inclusive operadoras de receptivo, equipamentos gastronômicos, atrativos turísticos, transportadoras, entre outros.

As ações da Travessia foram, principalmente, reformas de escolas e postos de saúde encontrados em vilarejos localizados em locais remotos da Chapada dos Veadeiros, mas também ajudaram associações locais a desenvolver planejamento estratégico.

A seguir estão listadas as ações mais interessantes que a empresa desenvolveu com seus parceiros. Essas ações, para além da responsabilidade que os empresários consideram fundamental, também gera mídia espontânea e credibilidade para a empresa junto a seus clientes interessados em comprar produtos e serviços de empresas responsáveis e com ações práticas . Boa parte das ações foram patrocinadas, a partir de parceria da operadora com operadoras emissivas especialistas em projetos dessa natureza.

Reforma das escolas Veredas, do Sertão, de Lages, do Engenho, do Forte, São Domigos, em parceria com a Cancer Research UK Bob Moore Fund.

Planejamento Estratégico da Associação de Condutores de Visitantes da Chapada dos Veadeiros ACVCV e da Associação Kalunga - HSBC e Next Generation

Projeto de sinalização turística (em inglês) do centro de visitantes do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - Austin College Texas

Construção de posto de saúde no Engenho no Território Kalunga - Simply Health

Equipagem do posto de saúde no Engenho no Território Kalunga e doação de materiais escolares e parquinho para a Escola Veredas- Venturas & Aventuras

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Email marketing ético e responsável

Email marketing é uma super ferramenta para que você mantenha relacionamento com seus clientes e os mantenha atualizados sobre novidades, promoções, eventos e toda sorte de informações que julgue importante para eles.

Entretanto, você não pode perder de vista as boas práticas na execução de uma campanha de email marketing, sob pena de seus clientes passarem a não mais se interessar por receber suas notificações ou mesmo de desconsiderar seu pequeno & notável meio de hospedagem quando visitar novamente o destino.

Além disso, você pode perder aquele potencial alvo que nunca chegou a ser seu cliente, mas que se deparou com uma série de mensagens suas no lixo eletrônico, sem que ele ao menos saiba como você conseguiu o endereço de email.

Pensando em ajudar empresas a utilizar campanhas de email marketing de maneira ética, pertinente e responsável uma série de associações representativas do setor de marketing e de outros setores se juntaram para criar um código de autorregulamentação para a prática de email marketing.

Neste código, que foi elaborado, dentre outras, pela Associação Brasileira de Marketing Direto - ABEMD, a Associação Brasileira das Agências Digitais - ABRADI, a Associação Brasileira dos Provedores de Internet - ABRANET,  e da Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente - ABRAREC, é importante destacar o item 3, que apresenta os requisitos de um email marketing ético. Dentre os requisitos merecem destaque:

O rementente deverá enviar a mensagem a partir de endereço com domínio próprio, por exemplo, atendimento@pousadatal.com.br;

O campo assunto deve estabelecer uma mensagem clara, que identifique do que se trata o conteúdo do email marketing;

O remetente deve disponibilizar ao destinatário uma ferramenta de descadastramento e informar o prazo de remoção do endereço de email da base de dados.

O corpo da mensagem deverá conter, além da identificação do Remetente, recurso que possibilite o descadrastamento (Opt-out), sendo que este recurso deverá ser apresentado na forma de link para descadrastamento e pelo menos mais uma alternativa de contato para a mesma finalidade, a critério do Remetente, desvinculada de qualquer link passível de utilização pelo usuário.

Exemplo:
[Nome do Remetente]
Você está recebendo este e-mail porque se cadastrou ou tem relacionamento com a (o) [nome do Remetente] através do endereço eletrônico: [destinatario@exemplo.com.br] Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele seu recebimento aqui. Se preferir, entre em contato através do(a) telefone, email, fax, sms, carta ou qualquer outra forma disponibilizada para descadastramento.

Visite o sítio da ABEMD e conheça o código na íntegra.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Quantos vídeos você já postou no Youtube ?

O Youtube é hoje o segundo mais importante buscador no mundo, atrás apenas do Google. Impressionante, não?

Isso significa que boa parte de seus potenciais hóspedes procuram vídeos sobre pequenos meios de hospedagem no Youtube.

Portanto, se você ainda não contratou uma produtora está diminuindo a competitividade do seu negócio, consequentemente novos hóspedes e finalmente dinheiro.

Mas, para se certificar de que esse pode ser um bom investimento, faça um teste. Se você tiver uma câmera com boa qualidade em filmagem, faça um vídeo da pousada mostrando os quartos, as áreas comuns e alguns dos principais atrativos do seu destino. Na Internet existem diversos programas gratuitos que você pode baixar para editar seu vídeo e colocar uma trilha sonora.

Depois publique esse vídeo no Youtube e acompanhe o número de visualizações e comentários.

Agora se você está convencido que a Internet é fundamental para o seu negócio, está cada vez mais investindo em redes sociais virtuais, Google AdWords e outros aplicativos e ferramentas de comunicação e marketing, talvez esteja na hora de contratar uma empresa para fazer vídeos profissionais do seu pequeno e notável meio de hospedagem.

Para te ajudar a pensar sobre isso, clique aqui e veja esse vídeo de apresentação das ferramentas que o Youtube disponibiliza para empresas se comunicarem melhor com os usuários da plataforma, e ainda casos de sucesso de empresas publicando vídeos no Youtube.

Alguns pequenos e notáveis meios de hospedagem já estão produzindo eficientes conteúdos para o Youtube que podem ainda qualificar a informação do sítio eletrônico e das redes sociais virtuais.

Veja, por exemplo, esse vídeo da Pousada Paraíso em Petrópolis - RJ, que conta com boas imagens e trilha sonora, apresentação competente, e informações sobre as atividades, os serviços e a infra-estrutura da pousada.