terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sua colaboração é fundamental para que o Brasil aumente sua competitividade no mercado

Caso o seu pequeno e notável meio de hospedagem esteja localizado em um destino indutor, sua tarefa é ainda mais importante, mas ao mesmo tempo maiores são as fontes de recurso para a execução de projetos, maiores são os investimentos dos governos federal e estadual, e maiores são as ferramentas disponibilizadas para planejamento, monitoramento e avaliação de resultados de projetos, assim como de gestão e fortalecimento das instâncias de governança.

O Ministério do Turismo, por meio do Instituto Marca Brasil e da Fundação Getúlio Vargas, executa o Projeto Gestão dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, no qual a participação do setor privado, representado pelas entidades setoriais privadas, tem papel fundamental no planejamento e na execução das ações.

Esse projeto é um dos pilares do processo de descentralização do poder de decisão e da execução das ações, que saem da esfera federal para a esfera local, possibilitando aos agentes locais desenhar e executar projetos prioritários sob a sua ótica.

Objetiva capacitar os atores locais para a gestão em turismo, ampliar os conhecimentos sobre planejamento estratégico e fortalecer a governança e a inter-relação dos destinos com as regiões em que estão inseridos.

Esse desafio está hoje facilitado por uma série de estudos e ferramentas disponibilizados por consultores que viajam o Brasil para encontros com a instâncias de governança dos destinos, nas quais são sociabilizados conhecimentos e apresentadas boas práticas de outros destinos, desenvolvidas técnicas de reconhecimento do cenário em que se encontram os destinos e as instâncias de governança, entre outras tantas contribuições.

Estes estudos e ferramentas possibilitam que cada um dos 65 destinos indutores tenham a capacidade de avaliar a competitividade do destino, monitorar a evolução dos indicadores que definem o nivel de competitividade, e ainda, compartilhar entre os participantes os projetos executados pelas entidades locais.

Esse compartilhamento dos projetos é feito através de um software contratado pelo Mtur, acessado eletronicamente (via Internet) e gerenciado pelos coordenadores do grupo gestor, que é a governança do projeto .

Neste sistema, todos os projetos executados pelas entidades que fazem parte do grupo gestor são publicados num formato padrão que indica questões básicas de qualquer projeto (ações, prazos, recursos, responsáveis, metas, etc.), mas também relacionam os projetos com os indicadores que pretendem melhorar, e o grau de prioridade daquele projeto de acordo com as necessidades do destino apontadas pelos indicadores de competitividade.

Muita informação de uma só vez?

Então façamos o seguinte. Se seu PMH está localizado em um dos 65 destinos indutores, segundo o Plano Nacional de Turismo, não perca tempo. Procure a entidade que o representa e procure se inteirar sobre as ações em curso, a quantas anda o sistema de gestão e o grupo gestor, e como você pode ajudar.

Se seu PMH não está em um dos 65 destinos indutores, saiba que este trabalho se estenderá para outros 50 destinos brasileiros.


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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

1, 2, 3, 4 ou 5 estrelas?

Em breve entrará em vigor o novo Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem, a partir da publicação dos documentos referenciais. Após esta publicação os meios de hospedagem poderão solicitar a classificação, via Sistema Cadastur.

Construído por meio de uma ampla parceria entre o Ministério do Turismo, IINMETRO, Sociedade Brasileira de Metrologia e sociedade civil, é um instrumento reconhecido oficialmente para divulgar informações claras e objetivas sobre os meios de hospedagem, sendo importante mecanismo de comunicação com o mercado e o modo mais adequado para o consumidor escolher quais os meios de hospedagem deseja utilizar, segundo prevê o Ministério do Turismo.

Com avaliação que indica o meio de hospedagem entre as categorias 1 e 5 estrelas, o sistema de classificação, a exemplo do que ocorre em importantes destinos turísticos como a França, Alemanha, Portugal e no nosso vizinho Chile, é uma estratégia para promover e assegurar a competitividade do Brasil em um mercado global e altamente disputado.

É importante, portanto, que os meios de hospedagem comecem a se preparar para a classificação. O primeiro passo para isso é conhecer a cartilha básica, produzida pelo MTur, adequada ao seu negócio. Clique aqui e acesse a página que contém os arquivos para download.

Como a maioria dos PMHs com que temos trabalhado no Programa Pequenos e Notáveis são pousadas, vamos a seguir listar alguns dos principais requisitos para a classificação, como exemplo para você se inteirar.

Segundo o sistema, uma pousada é um meio de hospedagem de característica arquitetônica predominantemente horizontal, com até três pavimentos, 30 unidades habitacionais e 90 leitos, com serviços de recepção e alimentação. Nota: a pousada pode ser em um prédio único ou com chalés ou bangalôs.

Os requisitos podem ser mandatórios (de cumprimento obrigatório pelo meio de hospedagem) ou eletivos (de livre escolha do meio de hospedagem, tendo como base uma lista pré-definida) dependendo da classificação. Para ser classificado na categoria pretendida o meio de hospedagem deve ser avaliado por um representante legal do Inmetro e demonstrar o atendimento a 100% dos requisitos mandatórios e a 30% dos requisitos eletivos (para cada conjunto de requisitos).

Os requisitos são divididos ainda em três categorias.

Infraestrutura : vinculados às instalações e aos equipamentos.

Climatização (refrigeração/ventilação/calefação).
Área de estacionamento.

Serviços: vinculados à oferta de serviços.

Serviço de recepção aberto e acessível por telefone.
Pagamento com cartão de crédito ou de débito.
Monitoramento das expectativas e impressões dos hóspedes em relação aos serviços ofertados, incluindo pesquisas de opinião, espaço para reclamações e meios para solucioná-las.

Sustentabilidade: vinculados às ações de sustentabilidade (ambientalmente responsável, socialmente justa e economicamente viável.

Medidas permanentes para redução do consumo de energia elétrica e de água.
Medidas permanentes para geração de trabalho e renda para a comunidade local.
Medidas permanentes de treinamento para colaboradores.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Lançamento do Programa Pequenos & Notáveis no DF e GO

No próximo dia 21, lançaremos em Brasília o Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, qual envolve uma série de ações e ferramentas de capacitação de pessoas e qualificação de serviços idealizadas e executadas, a partir da parceria entre o SEBRAE, a ABIH e suas seccionais nos estados, além do Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH.

Esperamos contar com sua presença, empresário do Distrito Federal, mas também de destinos localizados em Goiás, principalmente Pirenópolis e Alto Paraíso. Este é o momento de conhecer o programa, mas também de confraternização e celebração.

Nas primeiras ações de campo do programa, que acontecerão nas 12 cidades sede do mega evento esportivo que sediaremos em 2014, nossos objetivos principais são:

1. Apresentar o programa aos empresários de pequenos meios de hospedagem das cidades sede e dos destinos do entorno.
2. Escutar e identificar as opiniões e sugestões dos presentes sobre as ações do programa.
3. Iniciar o processo de formação de uma rede de pequenos meios de hospedagem no Distrito Federal e em Goiás.
4. Realizar pesquisa diagnóstica que subsidiará importantes ações de qualificação para o setor nos próximos anos.
5. Implementar o processo de mobilização para as ações do programa nas cidades sede e dos destinos do entorno.

O lançamento do programa acontecerá em Brasíilia no dia 21/02 (segunda-feira), das 15 às 18hs, no auditório da sede do CETEB/IMP. SGAS 603 Conjunto C - L2 Sul. Entre a Igreja Batista Central e a Casa do Candango.

Participe e faça o giro certo, confirme sua presença.

RSVP - Daniela Teixeira
Email: assessoria.ibh@abih.com.br / Fone: 61 3327-7290

O programa já foi lançado em Cuiabá, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza. Leia depoimentos de quem já participou.

“Esse projeto será um marco para os pequenos empreendimentos que ficam a cerca de 100 km de Recife, já que com qualidade no atendimento, podemos contribuir com os esforços institucionais da Secretária de Turismo do estado, em promover o destino Pernambuco, absorvendo não só a demanda por um tipo específico de hospedagem, mas recebendo os hóspedes que não encontram vagas em cidades como Olinda, por exemplo.” Maria Thereza Chaves Fiúza - Presidente da Associação Pernambucana de Turismo Rural e Ecológico – APETURR

“O projeto é de suma importância para nossa região. Não só para receber os turistas que vierem para Recife em função da Copa do Mundo, mas para colocar o estado de Pernambuco em pé de igualdade competitiva tanto como destino, quanto na qualidade dos serviços prestados pela hotelaria”. Ângelo Gustavo Lins - Representante do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Olinda


COLABORE COM O PROGRAMA

Antes mesmo de participar do evento, você já pode começar a colaborar conosco. Suas sugestões, críticas e opiniões são fundamentais.

Faça comentários no blog ou mande-nos um email (pmh@abih.com.br).

Se estiver trabalhando nas redes socais, siga-nos no Twitter e seja nosso amigo no Facebook.


AVISO AOS NAVEGANTES

Nos últimos anos, como você bem sabe, empresas, governos e entidades setoriais passaram a perceber a importância dos pequenos meios de hospedagem para a competitividade e sustentabilidade do turismo brasileiro e estão desenvolvendo ações, projetos e programas específicos para o setor.

Portanto, essa é a hora de estudar o clima, os mapas e as coordenadas, escolher e preparar a tripulação, aproveitar os bons ventos e navegar rumo aos, outrora, distantes sonhos. Não se engane, as oportunidades estão colocadas para que seu PMH alcance mercados internacionais, consolide acordos comerciais com importantes players e materialize os valores e a cultura da empresa.

A ABIH e o SEBRAE não podem capitanear a nau, mas estão montando a Escola de Sagres.


PROGRAMA PEQUENOS E NOTÁVEIS

Fruto de trabalho conjunto entre o SEBRAE, a ABIH e o IBH, o Programa Pequenos Notáveis foi desenvolvido em razão de grandes desafios que os pequenos meio de hospedagem brasileiros tem à sua frente:
1. Manter-se competitivo em um cenário de disputa internacional;
2. Combinar rentabilidade e aumento da ocupação com um sistema de gestão da qualidade eficiente;
3. Desenvolver um sistema de gestão da sustentabilidade adequado às suas necessidades e limitações;
4. Fazer com que o negócio alcance os desejos dos empresários, hóspedes, funcionários e parceiros.

O programa originou-se, a partir da missão da ABIH Nacional, que é representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo, na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e à qualificação permanente das empresas, pessoas, processos e serviços. Em função disso, estabeleceu parceria com as ABIHs estaduais, o SEBRAE Nacional e suas representações estaduais, para executar o Programa Nacional de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem, também conhecido por sua alcunha, Pequenos & Notáveis.

A ABIH Nacional articulou o desenvolvimento e viabilizou boa parte dos recursos financeiros do programa, e está também auxiliando os processos de mobilização.

O SEBRAE Nacional viabilizou a maior parte dos recursos financeiros do programa e disponibilizou uma série de mecanismos de gestão e inovação a serem utilizados nas atividades de qualificação e capacitação.

O SEBRAEs e as ABIHs do Distrito Federal e de Goiás estão auxiliando os processos de mobilização e viabilizando recursos para as ações presenciais do programa.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem - IBH está executando o programa.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Como ser diferente em um mercado de produtos iguais e vendas baseadas em preço

"A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes." Albert Einstein

No mês de dezembro publicamos um artigo que tratava de um estudo feito pela Amadeus intitulado Hotéis 2020: Além da Segmentação - Estratégias para crescer em uma era de personalização e mudanças em escala global.

Neste artigo, um dos apontamentos para o futuro do negócio de meios de hospedagem era o de que se transformaram, em um futuro breve, em laboratórios de experimentação, na qual cada interação com os hóspedes passa a ser uma potencial fonte de feedback e novas idéias.

Os meios de hospedagem que estão se adiantando a este cenário, conseguem deixar de ser iguais, portanto se transformam num empreendimento diferente, capazes de motivar uma demanda que não tomará uma decisão de compra, a partir tão somente do preço.

Mas então, como conseguir ser diferente em um mercado de produtos iguais e vendas baseadas em preço. A Endeavor Brasil procurou o consultor André Santos da OThink Soluções Empresariais para responder a essa pergunta.

André faz uma comparação entre o que significa vender para uma empresa que vende produtos e serviços únicos e outra que vende produtos e serviços substituíveis (commodities).

Vamos analisar os dois tipos de perfil de empresa para compreender o que é ser diferente. Extrapolando com certa profundidade o pensamento apresentado pelo André Santos, num pequeno meio de hospedagem que vende produtos e serviços substituíveis

os clientes sabem o que querem - um pequeno meio de hospedagem no destino tal.

os produtos são padronizados - ar condicionado, frigobar, cama king size, colchão D75, piscina, café da manhã, etc.

os produtos são voltados para o preço - o cliente vai escolher aquele PMH que é mais barato e que tem mais facilidade pagamento.

o valor está no produto - quantos m2 tem o quarto; quantos itens tem o café da manhã; quantas horas de late check out.

De outro lado, na empresa que transformou o negócio em um labortório de experimentação e inovação, em que a flexibilidade é ampliada a altos níveis,

os hóspedes precisam de ajuda para definir sua compra - porque a maneira como você oferece seus serviços e produtos, somado ao desconhecimento do hóspede sobre a variedade de serviços que pequenos meios de hospedagem podem ofertar, deixam em aberto como será o produto final.

os produtos são customizados - almoço preparado com ingredientes escolhidos pelo hóspede; guia (condutor de visitantes) falando russo; quartos com características, tamanhos, equipamentos e decoração diferentes; marca de vinho escolhida com antecedência e comprada em empório da capital mais próxima.

os produtos ou serviços são voltados para os benefícios - os clientes são convencidos de que embora venham a pagar mais, suas necessidades e desejos serão satisfeitos. Política de preços flexível, que permita se adequar em termos do número de diárias, da temporada, do tamanho do grupo, da fidelidade do hóspede.

o valor está na forma de vender pela força de vendas - "As pessoas não compram idéias, produtos ou serviços; compram as sensações que experimentam quando se imaginam de posse daquilo que temos a ofertar. A chave mental para despertar o desejo de compra em uma pessoa é fazê-la imaginar o que poderá ser feito com o que temos para lhe vender." Robert Miller, fundador da Miller Heiman Co.

Interessante essa abordagem?

Veja o vídeo na integra clicando aqui.

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André Santos é Gerente Sênior da OThink Soluções Empresariais, especialista em Vendas de Solução e Vendas Estratégicas, formado em Administração na UFRJ, com especialização na Star’s Edge (Florida, EUA), Coppead/RJ e Fundação Dom Cabral/MG. Tem realizado trabalhos de sucesso em áreas comerciais no Brasil, Argentina e México, tendo como clientes empresas de vários portes, incluindo líderes de mercado e multinacionais.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

5 Dicas para aproveitar feiras de turismo

Você talvez ainda não teve a oportunidade de participar de uma rodada de negócios em uma feira nacional ou internacional, mas provavelmente já ouviu falar do Salão do Turismo promovido pelo Ministério do Turismo, da Feira das Américas promovida pela ABAV, da BNT Mercosul que acontece no Balneário Camboriú ou do Festival de Turismo de Gramado.

Talvez, ainda que não tenha participado de nenhuma delas, ouviu falar como é importante se fazer presente a essas feiras para fazer contatos, estreitar ou iniciar acordos comerciais com agências e operadoras, aprimorar conhecimentos, etc.

Se você ainda não teve oportunidade de participar de feiras como essas, nem mesmo as organizadas no seu estado, saiba que as rodadas de negócios, muitas delas organizadas pello SEBRAE, geralmente, concentram-se na negociação entre agências e operadoras emissivas com operadoras de receptivo, como não poderiam deixar de ser, uma vez que são os receptivos quem tem condições de oferecer um produto completo aos agentes emissivos.

De toda sorte, é importante para pequenos & notáveis meios de hospedagem comparecerem a eventos como esse por uma série de outras razões, dentre elas:

  • conhecer operadoras e agências emissivas que vendem destinos com características semelhantes ao do seu PMH; 
  • observar as ações de promoção e apoio a comercialização desenvolvidas pelos governos do seu estado e de outros estados; 
  • estreitar relacionamento e apoiar as ações das operadoras de receptivo do seu destino; 
  • participar de palestras e workshops de capacitação.

Mas, antes de se aventurar em uma dessas feiras, é legal estabelecer um planejamento para sua atuação, sob pena de que você passe pela feira como um visitante, e não como um empreário em busca de oportunidades de negócios, mesmo que seja uma viagem de prospecção.

A sempre pertinente Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, trouxe um artigo, hoje, tratando sobre como aproveitar as feiras. Segundo a jornalista Ana Cristina Dib, autora do artigo, é preciso deixar a timidez de lado, além de ter organização e foco.

A reportagem lista então 5 dicas fundamentais para você aproveitar as feiras.

1. Vá com roupa confortável. Via de regra as feiras de turismo no Brasil ou no exterior são sediadas em grandes espaços, e se você quiser aproveitar bem os eventos precisará caminhar entre uma sala e espaço e outra e passar longos períodos em pé ou sentado. Duram quase que invariavelmente o dia todo, com uma programção que te deixará interessado a participar, portanto trate de não fazer a estréia daquela sapato novo ou de vestir com muito custo aquela calça apertada.

2. Use a hora do almoço para sentar com pessoas novas. As pessoas geralmente se sentem confortáveis e são amistosas em bate papos de almoço. Mas é importante ficar atento para não ser inoportuno, portanto não fale só de negócios e procure falar de coisas agradáveis, de maneira descontraída.

3. Verifique com antecedência as palestras que deseja assistir. Vão ser alguns os especialistas que você quer ouvir, portanto dificilmente conseguirá ver todos. Aqueles de maior renome serão bastante requisitados e muitas vezes com vagas limitadas, portanto planeje sua participação.

4. Tenha bom senso. Palestras e workshops não são momentos adequados para trocar cartões. No mesmo sentido tentar vender produtos ou serviços durante um networking não é aconselhável, normalmente.

5. Mantenha contato. Guardar os cartões na gaveta e nunca entrar em contato não vai fazer com que os relacionamentos iniciados na feira se transformem em negócios.

Se você já participou de uma feira, partilhe conosco suas experiências.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que você precisa saber sobre o seu negócio?

Como vai a saúda de sua empresa? Será que você está no caminho certo? Suas escolhas tem surtido efeito?

Em mais uma excelente matéria da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, os entrevistados afirmaram que a única maneira de responder a essas questões é adotar indicadores de desempenho. Mas os indicadores adequados ao seu negócio e ao seu perfil de administrador, e não aqueles que o seu vizinho usa ou que te disseram que você deve usar.

Portanto os indicadores fundamentais para o seu negócio, apresentados a seguir para as áreas comercial, de finanças, de gestão de pessoas, e de processos, somente serão realmente fundamentais depois que você os adpatar de acordo com o tipo de resultado que deseja obter.

COMERCIAL
Tíquete médio de venda 
* Objetivo: analisar o aumento ou decréscimo do faturamento bruto em função dos preços praticados 
* Fórmula: venda bruta / total de diárias faturadas 
* Unidade de medida: R$ 

FINANÇAS
Necessidade de capital de giro (NCG) 
* Objetivo: monitorar o volume de recursos demandados para o funcionamento da empresa 
* Fórmula: clientes a receber + estoques - fornecedores a pagar 
* Unidade de medida: R$ 

PESSOAS
Alcance de metas 
* Objetivo: avaliar o resultado das ações direcionadas às equipes de trabalho. A mesma fórmula pode ser usada para determinar os resultados das ações de cada equipe da empresa 
* Fórmula: quantidade total de metas alcançadas /quantidade total de metas a alcançar x 100 
* Unidade de medida: %


PROCESSOS
Produtividade 
* Objetivo: analisar o nível de produtividade do negócio. Essa fórmula pode ser usada para setores comerciais ou de serviços, com a criação de indicadores de produtividade similares 
* Fórmula: quantidade de UHs arrumadas / quantidade de horas investidas 
* Unidade de medida: diárias/hora



Acesse a reportagem da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e conheça outros indicadores.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Negócios & soluções

O SEBRAE/SP e a TV Cultura produzem em parceria um programa para capacitação de pequenas empresas em temas como marketing, finanças, atendimento ao cliente, competitividade e empreendedorismo.

Este programa, realizado por meio de vídeos, chama-se Negócios & Soluções, e utiliza empresas reais como ilustração e inspiração para abordagem de especialistas no assunto demonstrarem como o empresário pode qualificar sua gestão por meio de conhecimentos e ferramentas importantes para o dia a dia dos empresários.

No vídeo que você vê aqui os especialistas apresentam como formar preço de um produto ou serviço, observando a importância de se observar custos fixos e variáveis, e custos que muitas vezes empresários ignoram ou deixar de contabilizar na formação do preço.

Evidentemente quea formação do preço depende da competição do mercado, mas é fundamental que o preço de sua diária, serviços de alimentação, entre outros serviços e produtos ofertados no seu pequeno & notável meio de hospedagem se espelhem na realidade dos seus custos, inclusive porque você precisa estabelecer metas para suas taxas de ocupação e rentabilidade.

Os principais pontos na formação de preço, destacados pelo programa, foram:

Observe a concorrência para formar o preço.
Preço de custo é apenas 1 item e não o preço final do produto.
Para compor o preço é necessário ter o domínio de todas as informações da empresa.
O preço de venda é uma representação de todo o planejamento da empresa.
Para formar o preço é importante considerar corretamente o volume de vendas.


Existem mais de 100 vídeos do Negócios & Soluções veiculados no Youtube. Dê um pulo lá e escolha algum dos temas que é um desafio para você.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Lançamento do Programa Pequenos & Notáveis no Ceará

Lançamento do Programa no CE
Fotografia: Inês Matos
Acontece hoje, na sede do SEBRAE/CE em Fortaleza, o lançamento do Programa de Qualificação de Pequenos Meios de Hospedagem no estado.

Na parte da manhã, os pareceiros responsáveis pelo Programa Pequenos & Notáveis, SEBRAE/CE, ABIH/CE, IBH e ABIH Nacional, participaram de reunião para alinhar o conhecimento sobre o status do programa entre os parceiros, e ainda planejar ações de mobilização de empresários de pequenos meios de hospedagem do Ceará e representantes de entidades parceiras na capital e no interior do estado.

Neste momento acontece, no auditório da sede do SEBRAE/CE, o lançamento do programa, contando com a participação de 70 pessoas, entre empresários
diferentes destinos e diferentes regiões turísticas, como Fortaleza, Jericoacoara, Caucaia, Beberibe, Paracuru, Trairí e Guaramiranga; e representantes das entidades parceiras, como segue:

ABIH Nacional - Enrico Fermi (presidente)
ABIH Ceará - Régis Medeiros (presidente)
SEBRAE/CE - Antônio Brito (coordenardor de turismo)
SEBRAE\CE - colaboradores e consultores
Sindihotéis/CE - Waldyr Diogo de Siqueira Neto (presidente)
AMHT - Associação dos Meios de Hospedagem e Turismo do Ceará - Luiz Antonio Souza Frota (presidente)
Secretaria de Turismo do Estado do Ceará -  Coordenadoria de Destinos e Produtos Turísticos - José Valdo Mesquita Aires
Sec. de Turismo de Caucaia - Fernando Holanda (secretário) e colaboradores
Escola de Turismo do  Ceará
ABBTUR/CE
SENAC/CE


Lançamento do Programa no CE - Fotografia: Inês Matos

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Qual seu perfil de gestor em termos de empowerment?

O SEBRAE possui uma série de publicações produzidas especificamente para empresários de pequenas empresas.

Ao longo dos próximos meses vamos publicar artigos utilizando estas publicações, principalmente apresentado ferramentas interessantes para você aprimorar o gerenciamento do seu pequeno & notável meio de hospedagem, com explicações simples e abordando questões práticas do seu cotidiano.

Para começar essa série, vamos hoje, falar sobre um assunto que deve fazer parte do seu dia a dia, a delegação de poderes, também conhecido por seu termo em inglês, empowerment.

Na série Manual do Empresário, desenvolvido pelo SEBRA-ES, um dos fascículos trata da Gestão de Pessoas, e dedica uma parte do estudo à delegação de poderes.

Uma das ferramentas deste fascículo é um teste para você entender qual é a sua capacidade de delegar poderes. Este teste simples é feito por meio de um questionário com 16 perguntas em que você responde “sim” ou “não”. Depois de responder ao questionário, você fará uma conta matemática para interpretar o resultado, o que te dirá o quanto e de que forma você delega poderes à sua equipe.

Não se assuste com o número de respostas. As perguntas são simples e você não levará mais do que dez minutos para responder e chegar à interpretação de suas respostas.

INSTRUÇÕES

a) Procure refletir sobre seu dia-a-dia ao responder as questões
b) Identifique em cada questão o seu comportamento mais freqüente no trabalho e não o que gostaria ou acha certo fazer;
c) Se a questão está de acordo com sua atuação, assinale “S” de sim. Caso contrário, assinale “N” de não.
d) Assinale suas respostas em um arquivo de texto, planilha ou em um papel.

PERGUNTAS

1. Na sua ausência, você tem um substituto formalmente designado?
2. Quando você tira férias ou se ausenta do trabalho, a produtividade de sua equipe ou do seu setor cai significativamente?
3. Você possui tendência para “assumir” tarefas que não lhe competem, especialmente aquelas que você executava enquanto técnico, antes de ser promovido?
4. Seu critério usual para delegação é o de transferir para sua equipe as tarefas que você não gosta de executar?
5. Ao delegar, é comum você usar a frase: “isto agora é com você, e resolva como achar melhor”?
6. Você tem sempre a convicção de que executa as tarefas melhor e mais depressa que sua equipe?
7. Sua equipe, mesmo depois de receberem qual- quer delegação, tendem sempre a voltar a você para “dividir” a decisão?
8. Você sempre ou quase sempre aceita dividir com sua equipe o “ônus” das decisões?
9. Você tem mania de perfeição?
10. Você considera mais agradável executar diretamente as tarefas, em oposição a conseguir resultados através de terceiros?
11. Quando delega, você tende a conceder mais responsa- bilidade (atribuições) do que autoridade (mais coisas para fazer do que o poder de decisão sobre elas)?
12. Logo depois que você delega uma tarefa,é comum se impacientar quando procurado para esclarecer eventuais dúvidas?
13. Você costuma decidir a forma de controle da delegação no momento em que ela é efetuada?
14. Além de delegar“o que fazer”,você costuma definir com sua equipe exatamente qual deve ser o caminho a ser seguido por eles, “o como fazer”?
15. Quando delega,você usualmente define prazos e limites da delegação, procurando fazê-lo de comum acordo com o grau de comprometimento e desenvolvimento de seu subordinado?
16. No início do processo de delegação, você sempre ou quase sempre procura deixar claro para seu subordinado sua disponibilidade para dirimir dúvidas eventuais?

MATEMÁTICA

Para cada resposta “sim” às perguntas 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 14, atribua 1 ponto.
Para cada resposta “não” às perguntas 1, 13, 15 e 16, atribua 1 ponto.

INTERPRETAÇÃO

Entre 16 e 12 pontos = você tem problemas sérios com seu esquema de delegação. Reveja suas prioridades. Discuta com sua equipe sugestões para a delegação. Registre as tarefas do seu dia-a-dia de trabalho e analise as oportunidades de delegação de algumas destas tarefas para sua equipe.

Entre 11 e 8 pontos = o problema existe, não é tão sério, mas a situação pode piorar.

Entre 7 e 4 pontos = você utiliza bem o instrumento delegação, mas sempre é possível melhorar.

Entre 3 e 0 pontos = você é um executivo perfeito no que tange à delegação. Parabéns!

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