sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Fosso verde

Sua política de sustentabilidade está espelhada em suas ações? Ou seja, do you walk your talk?

Preocupada com o "Green Gap", ou seja, o enorme fosso existente entre os valores e as intenções das pessoas relativamente a comportamentos sustentáveis, mas que não são espelhados pelas suas ações.

A OgilvyEarth, uma divisão da Ogilvy e Mather dedicada á comunicação holística sobre sustentabilidade, realizou um estudo, nos Estados Unidos e na China, que visa “quebrar o código” de uma dos mais maiores problemas de marketing da atualidade.

China e Estados Unidos, justamente por representarem os dois maiores mercados de consumo no mundo, portanto excelente universo a pesquisar em que e como está o desalinhamento entre a intenção (ou o que afirmam ser sua intenção) e a ação das empresas quando o assunto é sustentabilidade.

O estudo chegou a 12 formas de fechar o gap. Vamos trazer aqui o resumo daquelas mais relacionadas ao trabalho de um pequeno meio de hospedagem, ou aquilo no que você pode influenciar diretamente, sem depender muito de outras pessoas, empresas, governos, leis, entidades, etc. Mas se quiser se aprofundar, clique aqui e visite o sítio da revista eletrônica Negócios Online.

Trate a questão com normalidade

O normal é sustentável. E o que é normal estimula a popularidade necessária para um movimento de massas.

Personalize a questão

Não pergunte o que o consumidor pode fazer pela sustentabilidade; ao invés, pergunte o que a sustentabilidade pode fazer por ele - e demonstre.

Suborne sem vergonha

Estrelas douradas, dinheiro, fama ou presentes – todos adoramos ser recompensados pelo nosso bom comportamento.

Não pare de inovar. Aposte em coisas melhores.

Escolhas sustentáveis de alta performance são a chave para que seu produto seja altamente recomendado. Os consumidores não estão dispostos a sacrificar a performance pela sustentabilidade. O detergente Persil pequeno e ultra-concentrado da Unilever poupa 35 milhões de litros de água por ano em Espanha.

Transforme o “amigo do eco” em “amigo do ego” (masculino)

O movimento verde é percebido, por 82% dos respondentes no presente estudo, como sendo feminino. Portanto, a única hipótese para os marketers é torná-lo “macho”.
Um exemplo é a publicidade feita para os carros amigos do ambiente e que pode ser ilustrado por duas marcas: o Prius e a BMW. Se nos anúncios ao Prius, a escolha recaiu num conjunto de crianças a sorrirem num prado verde, o BMW EfficientDynamics optou por uma abordagem diferente: não é o carro que faz mal ao ambiente, mas a tecnologia que é antiquada. Ou seja, a BMW quis passar a seguinte mensagem: “e se encararmos a sustentabilidade como o gatilho para se inventar a próxima geração de Máquinas Perfeitas para a Condução?”

Opte pelo hedonismo em vez do altruísmo

Ajude os consumidores a vislumbrarem o divertimento do lado verde da vida.
Estimular uma alteração de comportamentos não tem de ser assim tão complicado. Os humanos respondem fortemente a dois motivadores: ao prazer e ao divertimento.

Tornar o consumo eficiente de energia “divertido” não é tarefa fácil. Mas a Energy Smackdown, uma inovação da BrainShift Foundation, encontrou um meio de gerar momentos recreativos nesta actividade: estabeleceu um concurso entre comunidades para premiar a que conseguir gastar menos energia num período de 12 meses. E duas casas de cada comunidade são filmadas para uma série de televisão do Energy Smackdown.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Observador Brasil 2011

Como se comporta o consumidor brasileiro? Essa é a pergunta chave da pesquisa feita pelo Observador Brasil 2011, que traz ainda informações importantes para estimular uma reflexão sobre os impactos do aumento da oferta de crédito no Brasil e a forma como a população percebe e operacionaliza os conceitos ligados às decisões sobre o consumo.

O relatório, bem construido, trazendo informações por região e com gráficos explicativos sobre os resultados da pesquisa traz, por exemplo, a informação de que 31% dos brasileiros já ouviram falar em sites de compras coletivas, contudo, apenas 14% compraram ou conhecem alguém que já comprou algum produto ou serviço por esse tipo de site. Destacam-se fundamentalmente as pessoas das classes AB e das regiões Sul e Sudeste como conhecedoras desse tipo de serviço.

No mesmo sentido, desde 2008, a proporção de pessoas que utilizam a internet como fonte de informação para compra, tem crescido ano a ano na maioria dos itens analisados.

Acesse o relatório em formato PDF no blog do projeto e veja o vídeo a seguir com o presidente do instituto falando sobre importantes resultados da pesquisa.


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terça-feira, 11 de outubro de 2011

E agora?

Já fez negócios com sistemas de compras coletivas? Se sim, é interessante compreender no que pode acarretar um contrato estabelecido entre seu pequeno negócio de hospedagem e uma empresa de compras coletivas.

Embora o exemplo que incluimos aqui trata de um problema com o fornecedor e não com a empresa de compras coletivas, é possível observar a questão sob todos os pontos de vista.

Clique no botão de play abaixo e escute as explicações de Paulo Roque na Rádio CBN.


sábado, 8 de outubro de 2011

Ainda são atuais as críticas?

Danny Jordan - Presidente Comitê
Organizador da Copa 2014

O presidente do comitê organizador da Copa do Mundo 2010 na África do Sul, disse que os responsáveis pela organização da Copa no Brasil precisam parar de fazer reuniões e colocar a mão na massa, uma vez que restam apenas 34 meses para o evento

Participando de evento no Brasil, Jordaan destacou o exíguo prazo para reforma de aeroportos e construção e reforma de estádios; o fato de que deve haver um comando único para lidar com segurança; a necessidade de se fazer seguidos e exigentes testes no estádios que receberão jogos; entre outras questões.

Leia reportagem completa feita pelo portal IG Esporte sobre as afirmações de Danny Jordaan  

Os números da África do Sul

África do Sul recebeu turistas de alto poder aquisitivo durante a Copa

A maioria dos turistas estrangeiros que foi à Copa de 2010 tem renda e escolaridade altas, é solteira e permaneceu, em média, 17,6 noites na África do Sul. O perfil desse visitante foi traçado por uma pesquisa contratada pelo Ministério do Turismo para subsidiar o planejamento para a Copa de 2014, no Brasil.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Outro gênio que descansa

Um empresário que fez com que sua criação, diferentemente de outras empresas, tenha seguidores e não clientes. Líder empresarial que mais se parece com um rock star, tamanha a legião de fãs que acompanham os lançamentos de seus produtos de TI como se fossem novos álbuns de música pop.


Olhando o perfil de Steve Jobs por esse ângulo, é possível imaginar porque o negócio que fundou junto com o amigo Wozniak, também Steve, se transformou, no começo do século XXI, na empresa de maior valor de mercado no mundo. 


Inspirador, inovador, gênio, da Vinci, arrojado, . Todos esses adjetivos já foram usados para descrever o fundador e ex-presidente da Apple, a gigante do mercado de TI.


Sabe o que isso tem a ver com o mercado de pequenos meios de hospedagem? A capacidade de transformar uma marca em um objeto de desejo. De fazer com que o empresário se pareça com um amigo, muito mais do que um fornecedor de serviços. De transformar um cliente em um de seus melhores relações públicas. 


Jobs, Wozniak e sua equipe fizeram isso. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pequenos e Notáveis em BH



O Workshop Pequenos e Notáveis em Belo Horizonte conta com a participação de 14 empresários e gestores de pequenos meios de hospedagem oriundos da capital mineira e dos municípios de Santa Bárbara, Serra do Cipó e Ouro Preto.
O grupo participa com entusiasmo da capacitação no auditório do Sebrae MG, parceiro local nesta ação. 

Além dos conteúdos adquiridos, o grupo preencheu a pesquisa diagnóstica e a matriz de sustentabilidade e competitividade dos seus negócios. Houve grande elogio quanto a qualidade dos materiais didáticos.

Pequenos e Notáveis em Paraty

O Workshop Pequenos e Notáveis em Paraty inicia o primeiro dia com a participação da Setur, Convention and Visitors Bureau de Paraty, Prefeitura Municipal de Paraty e Sebrae-RJ, num total de 40 participantes.

Empresários e gestores se mostram animados para adquirir conhecimentos e incrementar seus empreendimentos. No debate sobre gestão de competitividade, moderado por Marcelo Safadi, destacaram boas práticas e exemplos numa troca de experiências muito positiva.

No período da manhã foram disseminadas informações acerca do destino Paraty, seus nichos de mercado e gestão de competitividade para os PMHs.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O turismo pode mesmo fazer alguma diferença?

O excelente O Eco, muito mais do que um veículo dedicado a discorrer sobre os impactos ambientais, é um canal de comunicação, debate e informação que inclui as boas e melhores práticas de responsabilidade ambiental adotadas ao redor do mundo.

Essa semana, publicou interessante matéria sobre a mudança na produção industrial de uma mesma matéria prima, a baleia franca. Ao invés de caçá-la e comercializar sua carne, estamos aproveitando sua presença, em locais como a Praia do Rosa, para desenvolver o turismo de observação de baleias, conhecido internacionalmente por sua expressão em inglês, whale watching.

Segundo Carolina Coral do O Eco, em entrevista com o Enrique Litman, coordenador do Instituto Baleia Franca - IBF, com a proibição mundial de caça na década de 80, a qual aderiu grande parte da comunidade internacional, as baleias franca aos poucos começaram a se multiplicar e voltar ao litoral catarinense.

Difícil precisar o impacto dessa nova indústria no Brasil, mas estima-se que o whale watching movimenta no mundo cerca de 10 milhões de turistas em mais de 80 paises, alavancando em cifras mais de um bilhão de dólares às comunidades que se desenvolvem a partir desta atividade.

Seguramente, não fosse a temporada de whale watching, o Rosa estaria com taxa de ocupação consideravelmente menor. Além disso, o trabalho de promoção das agências e operadores emissivas leva ao conhecimento de um grande número de pessoas, destinos, como o Rosa, que não estariam incluidos em seu cardápio de produtos, não fosse a visita das franca nesse período do ano.

Sem contar o número expressivo de mídia espontânea determinados pela presença das franca e o trabalho especializado de operadores de whale watching e de institutos como o IBF.




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