quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mídias sociais para pequenos negócios

Temos insistido no fato de que brincar de mídia social não fará nenhuma diferença no seu pequeno negócio. Portanto, vamos a outras dicas sobre como investir em mídias sociais profissionalmente.

Para isso, vamos usar o trabalho de pesquisa de uma das empresas que presta consultoria para o programa. A Articum Comunicação e Marketing traduziu as partes mais interessantes de entrevista com John Jantsch, fundador de um sistema de gestão de mídias sociais para pequenos negócios, que segundo ele é simples, efetivo, a um preço justo, não necessariamente bonito, mas que funciona, assim como uma fita adesiva, daí o nome do seu método Duct Tape Marketing.

Se compreende bem inglês, clique no vídeo abaixo. Caso contrário, veja uma parte da entrevistatal qual traduzido pela Articum.


John Jantsch from Michael A. Stelzner on Vimeo.


Que tipo de impacto as mídias sociais tiveram nos pequenos negócios?

JJ: Em primeiro lugar, as mídias sociais acrescentaram mais uma coisa que os pequenos empresários devem fazer, então, de alguma forma, está os sobrecarregando. Entretanto, para aqueles que aceitaram as mídias sociais e compreenderam que o mundo mudou, que agora eles precisam ser encontrados online mesmo que o objetivo final seja levar os clientes às suas lojas ou marcar uma consulta, acredito que as mídias sociais os ajudam a construir relacionamentos mais rápidos e mais profundos com sua clientela e com prováveis clientes, e isso é uma imensa vantagem competitiva para eles.

Você acredita que há algum tipo de corte de custos dos pequenos empresários, não só com o advento das mídias sociais, mas com a internet em geral, ao se evitar intermediários para se chegar ao público alvo?

JJ: Com certeza, principalmente com a indústria de RP. Antigamente, precisava-se ter contatos, bons contatos, em meios de comunicações e esperar que escolhessem escrever sobre você. Hoje em dia, pode-se chegar diretamente ao leitor final e de várias formas publicar o mesmo conteúdo e contar a mesma história.

Através de um blog

JJ: Sim, e através de várias outras ferramentas.

E quanto à indicações. Todos sabemos que indicações são muito importante para pequenos negócios, você tem alguma dica para aumentar o número de indicações?

JJ: A primeira, mais importante, e também mais óbvia, é: Seja mais recomendável. É a primeira coisa a ser trabalhada, nada mais adianta se você não tiver isso. Melhore a experiência do cliente durante a transação, o atendimento, tudo aquilo que surpreende e satisfaz as pessoas. Outra pequena dica que dou é: forme uma expectativa vinda de você para seu cliente, de que ele lhe indicará para outras pessoas. Comece a falar sobre isso já no começo da venda ou atendimento.

Você pode nos dar um exemplo?

JJ: Introduza a ideia de que o cliente vai ficar tão satisfeito com a compra ou serviço que, em noventa dias você entrará em contato com ele e ele continuará satisfeito e terá indicado seu negócio a pelo menos três pessoas que precisam da mesma solução. Quando se planta essa semente bem no início, é uma ótima mensagem de marketing e vai te forçar a entregar um bom produto também.

Negócios locais. Que dicas você dá para que negócios locais tenham uma boa presença maior e atraiam mais clientes?

JJ: Conversamos antes sobre ferramentas online e acho que é importante que os negócios locais abracem essas ferramentas também. Ferramentas como Google Places, Yelps e outras, para que quando as pessoas forem procurar algo naquele local – e as pessoas hoje tiram suas buscas do bolso – elas o encontrem facilmente. Como já foi dito antes, o objetivo final é levar os clientes à sua loja ou a marcar uma consulta, mas, se você não aparece no estágio de pesquisa, então, em algum nível, você não existe.

Você acredita que os pequenos negócio hoje estão florescendo ou sendo podados pela atual economia?

JJ: Bem, existem as histórias como as do Groupon, que explodiu mundialmente e virou algo imenso, e existem empresas fechando, mas, por um lado, nunca se foi tão barato abrir um pequeno negócio, hoje em dia pode-se abrir uma loja online, com poucos custos e vender globalmente.

Última pergunta: Tendências. Quais são as tendências que você vê surgir para os pequenos negócios?

JJ: Odeio soar como um disco arranhado, mas acho que a tendência de hoje é o mundo online. O que vejo de mais importante nessa tendência, entretanto, é a compreensão de que as ferramentas onlines devem ser integradas ao que se faz offline e é isso que faz essas ferramentas darem certo. Quem percebe isso vê que o marketing está se tornando mais fácil.


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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tendências para 2012

A Trend Watching é especialista de renome internacional em tendências de consumo, de comportamento das empresas e oportunidades empresariais, tendo como fonte de informação consultores contratados em mais de 120 países.

Em seu relatório de tendências para 2012,  aponta 12 delas, das quais escolhemos a oitava para ilustrar o artigo de hoje. Chamada de Flawsome, em uma tradução aproximada (esse é um termo cunhado pela empresa), aqueles que falham, essa tendência diz respeito às empresas que ajem mais humanamente, portanto inclusive assumindo que cometem falhas.

Como exemplo dessa tendência, a Trend Watching lembrou que em julho de 2011, a Domino's, gigante de fast food baseada nos EUA, lançou uma campanha de vanguarda, corajosa e surpreendente. A campanha promocional, com 01 mês de duração, foi realizada na Times Square, em Nova York. A Domino's locou um enorme letreiro digital, na qual apareciam em tempo real os tweets de consumidores da marca tratando sobre o atendimento, o produto, as lojas, etc., fossem eles bons ou maus.

Legal, não? Já fez algo parecido com o seu pequeno e notável meio de hospedagem. Será que não é interessante que os seus futuros hóspedes saibam que vocês estão sujeitos a falhas, embora comprometidos a não deixá-las acontecer? É possível que isso os faça sentir mais seguros ou confiantes quanto a relação que existe entre sua comunicação e a real eficiência e valor dos seus serviços?



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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Já parou de brincar?

Seu investimento de tempo com as redes sociais já deixou de ser um experimento, uma brincadeira com os amigos e ex-hóspedes? Seu perfil do Facebook não mais diz que vc é casado ou que nasceu em Curitiba ou que estudou hotelaria na Faculdade Fulano de Tal? 

Suas tweetadas deixaram de ser 100% relacionadas ao tempo no seu destino, promoções ou outras coisas que interessam apenas ao seu negócio ou a si mesmo?

Nós já falamos sobre a confusão estabelecida nas pequenas empresas sobre o papel das redes sociais. Clique aqui e leia um desses artigos anteriores.

Hoje vamos falar sobre um artigo garimpado pelo consultor do Pequenos e Notáveis, Roni Cavalcante da De Fato Comunicação.

O artigo chama-se Como o planejamento de marketing digital favorece pousadas, foi escrito pelo especialista em soluções em marketing digital para pequenas e médias empresas, James Vazques, em seu blog e começa com a seguinte afirmação, que deve se tornar um mantra para seu pequeno negócio em nossa opinião, "o objetivo do planejamento de marketing digital é integrar várias ferramentas de comunicação para web e maximizar a performance dos seus resultados".

No plano de marketing deve-se levar em consideração e definir como operar uma série de ferramentas, que possuem interconexões e devem caminhar juntas para o atingimento do seu objetivo. São elas:

Planejamento da Otimização do Website
Planejamento de Links Patrocinados (Google, Facebook, Linkedin, etc.)
Planejamento de Conteúdo
Planejamento de Campanhas Promocionais.
Planejamento de E-mail Marketing
Planejamento e Gestão de Redes Sociais
Usabilidade, Design e Programação do Site


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

05 estratégicas para as empresas familiares

Sua empresa é familiar? Então, hoje temos uma série de dicas de John Davis, professor e conferencista da Harvard Business School, para a gestão de sua empresa.

Davis será um dos conferencistas no Fórum HSM Family Business, no ano que vem. Segundo ele, negociar nesse âmbito, não é como negociar entre sócios sem grau de parentesco e também é diferente de negociações existentes entre familiares, fora do contexto empresarial.

Isso porque laços emocionais de longa data e relações de dependência pautam a vida dos membros de cada família, o que faz com que “essas características levam a uma forte lealdade e sensibilidade um com o outro, mas também a uma grande reatividade em suas interações”.

Caso queira ler todo o artigo do sítio eletrônico da HSM, clique aqui. Caso contrário aí vão as dicas do especialista.

1. Analise o espaço de negociação: “No caso de negócios familiares, muitas das partes afetadas por uma negociação, ou que possam ser afetadas, estarão próximas por muito tempo”, explica.

2. Não tente “vencer” o outro lado: Uma negociação bem-sucedida geralmente envolve o ganho mútuo de vantagens. Davis considera que com negócios de família, o ganho mútuo costuma ser uma meta mais frequente e um dos aspectos competitivos desse tipo de empreendimento.

3. Entenda interesses e perspectivas das demais partes: muitas pessoas enxergam as negociações como oportunidades de influenciar e persuadir, para conseguir o que querem, o que pode minar possibilidades de ouvir e de aprender com o outro lado.

4. Evite focar em um único assunto; identifique e negocie vários assuntos simultaneamente.

5. Discuta interesses, não posições: Davis aqui diferencia as duas coisas – por posição, entende aquilo que cada uma das partes demanda; por interesse, entende as razões por detrás dessa tomada de posição.

Compreende bem inglês? Então veja esse vídeo curto, mas elucidador sobre os desafios das empresas familiares.




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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Rent a Local Friend

Seu pequeno meio de hospedagem está em destino identificado com ecoturismo, turismo de aventura ou ecoturismo? Se sim, isso significa que há uma necessidade fundamental dos serviços de guia de turismo ou condutores de visitantes, certo?

E deixe-nos advinhar, se o caso é que o seu PMH esteja localizado em um destino ainda não localizado nos mercados internacional ou nacional. Não há disponibilidade de guias sempre que você precisa, correto?

Ou, se está numa capital cosmopolita, e tem um perfil de hóspedes exigente, talvez nem sempre encontre aqueles guias que você confia disponíveis, não é?

Então, seguindo a filosofia do faça você mesmo, uma vez que é empresário ou empresária do setor há um bom tempo, conhece bem os principais atrativos, a história da cidade, seus personagens, porque não guiar seus hóspedes quando não houver disponibilidade de guias.

Isso, evidentemente, em se tratando de atividades que não envolvam riscos para os visitantes, uma vez que você, provavelmente, não tem a capacitação necessária para desenvolver um sistema de gestão da segurança, ou prestar primeiros socorros caso ocorra um acidente.

Essa é, mais ou menos, a proposta de um site famoso no mundo inteiro, segundo reportagem de Felipe Lobo Barroca para o portal O Eco. Clique aqui para acessar a matéria.

A idéia do Rent a Local Friend é a de juntar num mesmo sítio eletrônico, informações sobre destinos ao redor do mundo, no qual os potenciais turistas possam contratar um guia local, jovem e que o faça se sentir em casa a milhares de quilômetros do lar verdadeiro.

No Brasil, o sítio criado por uma jornalista conterrânea já conta com local friends em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Niterói, Rio de Janeiro e São Paulo. Além disso, em outras tantas cidades ao redor do mundo, como Buenos Aires, Santiago, Cidade do México, Miami, Lisboa, Londres, Berlim, Nova Déli, Johanesburgo e Sidney.

Interessante, não?

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Email de venda

Seus emails marketing funcionam quando você está vendendo as diárias do seu pequeno meio de hospedagem?

Mesmo que você consiga um número considerável de respostas, será que podemos pensar numa meta ousada?

Segundo Fábio Vieira, colaborador do sítio eletrônico Administradores, é preciso saber o que é eficaz para seu cliente e despertar interesse do mesmo em seu produto, não deixar dúvidas sobre o que está sendo oferecido, mostrar os benefícios e os valores agregados da compra e finalmente informe os canais de contato e agradeça a atenção.

Dessa forma você conseguirá informar com rapidez, clareza e demonstrará que está jogando limpo, portanto sem outras condições ou cláusulas escondidas na mensagem.

Os resultados dessa abordagem com o público alvo adequado podem ser os seguintes.

Que seu cliente se sinta respeitado pela abordagem.
Que seu cliente sinta confiança, pois sabe que uma pessoa que põe seu nome em primeiro lugar, é uma pessoa que não tem medo do que diz.
Que seu cliente leia seu curto e-mail e tenha interesse em uma demonstração.
Que seu cliente entenda que seu produto resolverá as situações esperadas.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Inovação e sustentabilidade = competitividade

Você acredita que deslocamentos são uma questão importante num destino turístico? Será que um destino é mais competitivo se os turistas conseguirem chegar com rapidez, sem situações de stress e com preço justo aos atrativos que deseja visitar, desde o aeroporto até o hotel, entre o hotel e um restaurante ou uma casa noturna?

Os gestores públicos do maior destino turístico do mundo acreditam que sim. Paris, que já inovou com o Vèlib, o sistema de aluguel de bicicletas, que você pega em um ponto da cidade e devolve em outro ponto próximo aquele do seu destino, inaugurou essa semana outro sistema inovador.

Autolib - sistema de aluguel de carros elétricos

O Autolib é sistema de aluguel de carros 100% elétricos, que tem o objetivo de reduzir a poluição da cidade e de seus arredores. A França é o primeiro país no mundo a implantar o sistema.

Inicialmente, o Autolib conta com 250 carros e 250 estações espalhadas por Paris e 45 por periferias da cidade. Até meados de 2012, o sistema planeja ter mais de 3 mil carros e 1,1 estações.

O sistema oferece um plano de assinaturas anual, que custa 144 euros (R$ 346), um semanal (15 euros) e um diário (10 euros). Cada meia hora de utilização do carro custa entre 5 e 7 euros (R$ 12 a R$16), de acordo com o plano escolhido.



Vélib - sistema de aluguel de bicicletas

Também de acordo com matéria do portal Terra, cerca de 20,6 mil bicicletas estão em uso no sistema Vélib', em Paris, distribuídas por mais de 1,45 mil postos de auto-atendimento para a locação. Os postos estão posicionados a intervalos de cerca de 300 metros, e seu número é quatro vezes maior que o das estações de metrô - mesmo em uma cidade tão bem servida por seu serviço de metrô.

No primeiro ano do serviço, informa o governo de Paris, 27,5 milhões de jornadas de bicicleta foram realizadas nesta cidade de cerca de 2,1 milhões de habitantes, muitas das quais por pessoas que usam as bicicletas diariamente para chegar ao trabalho. Em média, há 120 mil viagens por dia. E em 27 de julho, quando a Volta da França de ciclismo for concluída, na capital francesa, 365 afortunados usuários do Vélib serão sorteados para acompanhar os competidores por alguma distância e cruzar a linha de chegada.

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Vèlib - sustentabilidade = inovação = competitividade




Autolib - sustentabilidade = inovação = competitividade




quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Crowdsourcing

Crowdsourcing, segundo o Wikipedia, é o ato de realizar tarefas por um grupo de pessoas ou comunidade (multidão) através de uma chamada aberta, quando tradicionalmente essa tarefas seriam desempenhadas por indivíduos específicos.

Jeff Howe estabeleceu que o conceito de crowdsourcing depende essencialmente do fato de que, porque é um convite aberto a um grupo de pessoas, reúne aqueles que estão mais aptos a executar tarefas, resolver problemas complexos e contribuir com idéias mais relevantes e modernas.

Nós entendemos, portanto, que discutir sobre os problemas de um destino, a partir de uma chamada aberta, pode trazer idéias inovadoras, relevantes e modernas.

No mesmo sentido, discutir os problemas da cadeia produtiva ou sobre a qualificação dos seus serviços e a capacitação da sua equipe, a partir do crowdsourcing pode ser surpreendente.

Como fazer isso? Veja a palestra do Gustavo Mota a seguir e discuta com seus colegas empresários como trabalhar com crowdsourcing, porque a colaboração em massa está mudando a forma como vivemos, e você não quer deixar de pegar essa onda, quer?

Este é mais um conteúdo que pegamos emprestado da Endeavor Brasil. Coloque o sítio eletrônico deles nos seus favoritos. Vale muito a pena.

A Endeavor Brasil publica uma completa plataforma de conteúdo e interação para empreendedores brasileiros, trazendo para o meio digital uma experiência de 10 anos de operação no país.



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Cias. aéreas brasileiras

Gigantes brasileiras em parceria
com gigantes estrangeiras
A Delta Airlines, gigante da aviação aérea norte americana comprou lote de ações da Gol Linhas Aéreas, passando a ter participação minoritária estratégica com direito a um representante no Conselho de Administração da Gol. O investimento é da ordem de S$ 100 milhões na empresa brasileira.

A parceria entre as duas cias. aéreas acontece no mesmo momento da fusão entre a TAM, principal rival da Gol, e a Lan Chile, que deverá criar a maior empresa da América Latina no setor.